Ônibus lotado é sempre legal…

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Por , 29 de setembro de 2001 2:18

Ônibus lotado é sempre legal…

A véia gorda fica lá, quase na porta de entrada. Aí, quando faltam poucos metros pra ela descer, resolve sair gritando e empurrando todo mundo, pra poder descer. Caramba, se sabe que vai descer, se sabe que o ônibus tá lotado, começa a se mexer. Ou, pelo menos, fica mais perto da saída.

Mas não, parece que chamar o motorista de fdp e acotovelar o meu rim se tornou o esporte preferido das velhas….

Virus nos micros do meu trabalho. Eu

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Por , 29 de setembro de 2001 2:08

Virus nos micros do meu trabalho.

Eu pensando que hoje ia ser um dia calmo, foi um inferno.

Como meu chefe comentou, à tarde eu tinha envelhecido 10 anos…. E com isso eu atrasei tudo, inclusive as imagens do carinha que ia me dar um domínio… saco…

Card Captor Sakura #6

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Por , 28 de setembro de 2001 15:31

Tomoyo que gosta de Sakura, Sakura que gosta de Shoran, Shoran que gosta Yukito, Yukito que gosta de Touya. E vamos que esse negócio tá longe de terminar….
Nessa edição do mangá fofinho da JBC, temos um pouco do dia a dia de Sakura, e a caça às cartas Clow fica um pouco de fora. E percebemos também a chegada uma misteriosa personagem, que parece conhecer muito sobre os personagens…
Uma ótima edição, pra quem quer conhecer um pouco mais da vida da nossa heroína

Video Girl Ai #4

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Por , 28 de setembro de 2001 15:12

Moteuchi ama Ai, que ama Moteuchi, que também Moemi, que ama…. E por aí vai.
Chegas às bancas mais uma edição do mangá cheio de encontros e desencontros, mas que consegue trazer temas, por vezes tratados com pieguimos (existe isso?) exagerados, de uma forma sutil e doce. Mostrando um pouco dos relacionamentos e costumes japoneses, Video Girl Ai traz uma história repleta das incertezas e dúvidas desses adolescentes que estão começando a descobrir o amor (credo, de repente me senti tão velho….)
Nessa edição, Moteuchi sofre mais e mais com as dúvidas de Moemi, e Ai toma uma decisão que pode acabar com sua vida.
Tudo por amor, lógico…

Power Comics N°3

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Por , 27 de setembro de 2001 19:13

E chega às bancas a Power Comics n° 3, revista de paródias da Kingdom Comics, agora em formatinho e … e … E clique em Ler Mais para ver até onde chega …

    Bom, a Power Comics n°3 que esta nas bancas
é antes de mais nada uma prova … uma prova de muitas coisas …

    Primeiro, é a prova de que não há nenhuma
vontade de inovar por parte de algumas pessoas que desejam se tornar artistas de
quadrinhos. Tudo o que esta nas 32 páginas dessa revista já foi visto em algum
lugar. Mais especificamente, nas páginas da ancestral Hyper Comics. Mas, só
para provar que uma fórmula quase nunca funciona longe de quem a cria, tudo o
que esta ali apenas PARECE com a Hyper Comics. Temos trocadilhos com nomes, mas
eles são forçados, e não conseguem arrancar nenhuma risada. Temos aquelas
clássicas apelações em decotes e shortinhos, mas tudo plenamente gratuito e
sem graça. Temos muito non-sense, mas isso é feito sem o mínimo senso de
oportunidade. Temos, personagens famosos de animê em situações inusitadas,
mas completamente deslocados do Tempo e do Espaço. Alguém ai se lembra do
“No Limite”? E do “No Tempo dos Dinossauros”? Ok, a
história dessa revista foi feita a muito tempo e com certeza estava pronta
desde o século passado, e os autores não têm culpa se a editora fica
ensebando para mandar a história para gráfica. Não é bem verdade. No
máximo, essa culpa pode ser dividida.

    A questão é a seguinte … Você só vai
entender o porquê da minha pergunta de se alguém ai lembra de no 
“No Limite” e “No Tempo dos Dinossauros” se ler a Power
Comic n°3, e as “piadas” envolvendo esses programas de TV só
poderão ser entendidas se você tiver visto ambos. A quantidade de tempo entre
o momento em que se prepara uma história e ela aparece nas bancas é grande, e
qualquer um que já tenha publicado alguma coisa ( caso dos autores, que já
publicaram pela própria Kingdom Comics e pela Trama ), já sabe disso. Acontece
que a impressão que se têm é de que os autores não dão a mínima para o
fato de que os leitores menos atentos ou que não façam a imediata associação
entre as piadas e os programas que as geraram não vão se divertir com a piada,
coisa que eles queriam fazer quando gastaram os R$ 1,90 com a revista na banca.
E da onde vem essa impressão? A) Muitos fãs de mangá e animê mais recentes
não sabem muita coisa sobre Yu-Yu Hakushô, uma série cujo cadáver vem
nutrindo muita gente, e que é mais uma vez profanado pelos autores da revista
e, B) Quantos fãs de mangá e animê tem contato com Spawn e Gen 13? Se a
intenção era tentar atrair tanto fãs de mangá quanto de comics, o que se
conseguiu foi um lindo e glorioso tiro n’água. Fãs de comics podem até rir (
embora eu duvide muito ) do Spawn chorando por toda a história, mas não vão
identificar, com certeza absoluta, nem metade do elenco “mangático”
da revista. E os fãs de mangá além de verem situações com as quais eles já
estão acostumados ( como Aeka e Ryoko de Tenchi Muyo brigando pelo seu amado )
vão ficar se perguntando quem diabos são aqueles personagens estranhos.

    É … essa revista é uma prova de que mesmo
para se fazer graça é preciso competência. Também é a prova de que as vezes
todo o rigor que se dispensa ao peneirar novatos para o mercado de quadrinhos é
pouco. É a prova de que as editoras preferem lançar material de segunda com
personagens conhecidos, do que correr atrás de um licenciamento para um
material de primeira com personagens conhecidos, ou tentar investir no
desenvolvimento de personagens nacionais para termos material de primeira
produzido por aqui.

    E, o que é mais gozado, essa revista é a
prova definitiva de que algo não vai bem por aqui. E, depois de desastres como
essa Power Comics N°3, os editores ainda reclamam que ninguém prestigia
material nacional … Só pode ser uma  piada, e como já foi mais do que
provado, muito ruim.

 

Marcus Winicius, In the End, It doesn’t even matter …

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