Por , 29 de dezembro de 2002 22:07
Chega as bancas em Janeiro (com lançamento especial no Anime Festival), a nova revista dos Comborangers, de Fábio Yabu.
Saindo agora pela Panini Comics, Comborangers já havia sido lançado antes, pela JBC. Combinando bom humor com drama, as histórias dos super-adolescentes nasceram primeiro como um quadrinho on-line, e fez um sucesso tão grande que até hoje continua mantendo seus fãs, apesar de todas as dificuldades.
Confira a capa da primeira edição clicando aqui.
Por , 22 de dezembro de 2002 16:15
Miaka e Tasuki ainda se recuperam do ataque de Tamahome. Tentando não demonstrar o quanto está triste para seus amigos, Miaka acaba fugindo, e quase sofre um acidente. E agora cabe a Hotohori tentar protegê-la a qualquer custo.
Uma edição marcada pelas ótimas cenas de luta, e pelo romantismo açucarado (até um pouco demais….). E Nakago está aos poucos se mostrando o tipo de vilão que eu respeito, o que só faz aumentar minha vontade de continuar comprando esse mangá…
Por , 22 de dezembro de 2002 15:58
Um pouco de sátira nessa edição. Um “poderoso” monstro ataca a vila Pinguim, e cabe ao vizinho do primo do amigo do Ultraman salvar Arale e Gatchan de Dodongadon (ou será o contrário?). De quebra, o Dr. Sembe resolve fazer uma viagem no espaço com a Profa. Midori, entre outras aventuras.
Já declarado por muitos como a comédia mais engraçada nas bancas, Dr. Slump continua sendo a melhor opção para aqueles que gostam de comédias escrachadas. Os capítulos com a sátira a Ultraman são hilários, e Toriyama mostra que tem um grande talento para criar situações absurdas, mesmo com os nomes de seus personagens. Recomendadíssimo, se você ainda não compra.
Por , 19 de dezembro de 2002 22:41
Que Nobuhiro Watsuki é fanático por fighting games é de conhecimento público, o que faz com que qualquer fã de Samurai X mate na hora a inspiração da ilustração da capa da edição 34 da revista. É um autêntico lay-out de seleção de personagem em jogos de luta 2D, um estilo imortalizado na década de 90, quase dá prá ler o “player select” no centro da capa. E, justamente por chamar a atenção, qualquer fã da série vai notar que essa ilustração já apareceu em preto-e-branco na ultima edição … Ok, é melhor do que ilustrações retiradas do miolo da revista e porcamente coloridas, como também já aconteceu, e também é mil vezes melhor do que aumentar o preço da revista, mas é a típica coisa que se torna irritante com o tempo, como mania da JBC de colocar pelo menos uma fala por edição sem sentido algum ( “Inimigo é coisa prá se enxotar debaixo de sete chutes?”).
Sobre a história em si, bem, chega a um fim apoteótico a mais famosa e talvez melhor saga de Rurouni Kenshin. A Juppongatana e seu líder encontram um fim que talvez não seja o mais adequado a cada um deles, mas não deixa de ser interessante a preocupação de Watsuki em dar a uma história de bem contra o mal um final mais político e menos maniqueísta. Infelizmente, o prognóstico do que aguarda a série daqui para a frente não é dos mais agradáveis. Talvez Kenshin fosse uma história melhor se terminasse aqui, ao fim dessa saga, mas talvez a próxima parte da história desse samurai não descambe para o exagero e para o dramalhão … Talvez … respostas no mês que vem.
Marcus Winicius, enough Christ in me to make me feel almost guilty
Por , 15 de dezembro de 2002 23:44
Shinji se revolta com as coisas que é obrigado a fazer, e decide deixar a Nerv de vez. Coincidentemente, no mesmo momento um novo Anjo resolve atacar, e, coincidentemente, Rei e Asuka não são páreos para os poderes esquisitos desse inimigo. E, mais uma vez, Shinji encontra um motivo para lutar, e corre para salvar o dia.
Me desculpem o tom irônico, mas é que a edição se resume a esse plot já utilizado pelo menos umas duas vezes. Nada contra, Evangelion continua legal, dá vontade de comprar, apesar do aumento de preços, mas… esse gostinho de comida requentada vai demorar um pouco para sair da garganta….