Holy Avenger Especial n° 4. Por que os trogloditas não voam?

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Por , 29 de março de 2003 3:25

O especial de número 4 de Holy Avenger chega ás bancas, trazendo a origem de Tork, o troglodita anão e pai adotivo de Lisandra. No que se refere a roteiro, a história funciona, mas é muito prejudicada pelo tom, digamos, professoral. É como se alguém perguntasse “Por que o Tork é anão?”, “Por que ele aprendeu hábitos humanos?”, “Por que ele é boca suja?” e o roteiro fosse respondendo essas perguntas umas após as outras. Muito claro, funcional quando se trata de uma origem, mas prejudica o ritmo da história, além do que acrescenta poucos dados ao que já se sabia da origem de Tork, além de entrar em conflito com pelo menos um flashback mostrado durante a série e citações esparsas sobre o confronto entre Deenar ( vilão que originou a arma do troglodita ) e Tork.

Agora a arte … Tudo de bom que se pode dizer dela acaba na excelente capa, que se lhe fizer lembrar de uma outra série sobre a origem de um outro nanico não seria mera coincidência. Eduardo Francisco abusou demais do aspecto caricatura de seu traço, e, definitivamente, não é desenhista para trabalhar sem cor. Prá piorar, algumas sequências ficaram muito truncadas, o que prejudica ainda mais a narrativa. No fim das contas, a edição faz o que se propôs, mas nada além disso. É o preço justo e exato de seus dois reais e cinquenta centavos, embora com apenas um tiquinho mais de zelo pudesse valer fácil fácil o dobro disso.

Marcus Winicius, me diz, por que que o céu é azul?

A Princesa e o Cavaleiro n° 7; A Princesa, o Cavaleiro e o Tempo

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Por , 28 de março de 2003 3:15

Personagens importantes da trama morrendo de maneira súbita. Pontos complicados da trama se resolvendo de uma hora prá outra, enquanto que outras situações surgem do nada de um jeito que parece apenas esticar a história …

Tempo é tudo mesmo … Tivesse uns quarenta anos a mais, “A Princesa e o Cavaleiro” seria um desastre completo, como comprova esse número sete, onde tudo o que um autor não deve fazer hoje em dia acontece. Mas, “A Princesa e o Cavaleiro” não foi feito ontem, e isso faz toda a diferença do mundo, embora a idade já pese bastante nessa obra, o que, como já foi dito, não a torna o material ideal para bancas ou para um público mais próximo do padrão, na falta de um termo melhor. É pena olhar essa série hoje mais como curiosidade do que como diversão, mas, enfim, melhor assim … Se eu fosse quarenta anos mais velho eu não teria vista esse mangá de qualquer jeito …

Marcus Winicius, temos todo o tempo do mundo

Holy Avenger 38; finalmente!

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Por , 26 de março de 2003 23:40

Finalmente o grupo Holy Avenger esta unido! Finalmente os autores e responsáveis pela revista noticiam um projeto suficientemente ambicioso para dar continuidade ao que foi iniciado com Holy Avenger! Finalmente uma edição que resgata um pouco do clima original da história, finalmente, depois de tanto tempo!

Não dá para analisar os contras dessa edição sem uma análise mais extensa e fria de Holy Avenger, coisa que ainda pretendemos fazer, portanto, vou esquecer o meu lado de crítico ranheta por enquanto e deixar que o clima dessa edição me contagie. Faça o mesmo, e se prepare para ver a revelação do grande plano de Sszzas ( eu prometi … ), o destino do amor de Sandro e Lisandra ( faltou clima … mas deixa prá lá … ) e … e é melhor eu parar por aqui. Detesto quebrar promessas …

Marcus Winicius, I don’t know who you are, but I’m with you

Inu-Yasha nº8

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Por , 24 de março de 2003 22:33

Nós já dissemos que simplesmente cortar uma edição encadernada japonesa e colocá-la em duas edições separadas, que é como a maioria dos mangás aqui é publicada, não é uma boa idéia? Se não dissemos, bem, digo agora … A conclusão da batalha entre Inu-Yasha e o mais velho dos Irmãos Relâmpago, o testudo Hiten, perde quase todo o impacto lida um mês depois de seu início, e principalmente porque se resolve em poucas páginas agora no número 8 de Inu-Yasha. De resto, é Rumiko Takahashi “dark”, tão “dark” quanto dona Rumiko pode ser, o que rende tramas divertidas de se ler mas que passam muito longe de terror, como quando nessa mesma edição Kagome enfrenta praticamente sozinha um agressivo fantasma de uma menina testuda que … Ei, o que a Rumiko Takahashi tem contra testas grandes?

Marcus Winicius, what about the emptiness inside?

One Piece #13

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Por , 23 de março de 2003 23:30

Continuando a luta a bordo do Baratie, surge Pearl, mais um pirata de Don Creek, que entrará fácil na categoria de personagens mais bizarros da série. E Sanji acaba sendo obrigado a desistir da luta, quando Zeff acaba sendo usado como refém. De quebra, o inicio de um longo flashback que pretende contar a origem de Sanji e Zeff.

One Piece traz nessa edição mais um pouco das já famosas lutas entre os piratas bizarros e malucos criados por Eiichiro Oda. Não é díficil entender o sucesso que essa série vem fazendo no Japão, ao analisarmos a ação e os personagens cativantes. Para quem, como eu, achava que a série poderia acabar se tornando repetitiva logo após a saga de Usopp, é muito bom ver uma edição como essa.

Uma ótima opção para os fãs de pancadaria. Como bônus, as mini-histórias do bando de Buggy são bem engraçadas. E, como curiosidade, essa edição só traz UMA página para seção de cartas, e mais uma do expediente, sem nenhum comentário extra ou apresentação de personagens, como é comum. Não cheguei a contar o número de páginas da revista, mas acho que a Conrad teve que dar uma boa “socada” nas histórias desse “meio volume do original” para que coubesse tudo na revista.

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