Tome cuidado com o seu endereço de email!

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Por , 30 de março de 2007 8:44

Esse post é curioso, e me fez lembrar de uma outra dica, sobre não utilizar emails como anjinha_peituda@gmail.com ou gatinho_pauzudo@yahoo.com nos curriculuns, preferindo sempre manter um email com nome mais profissional para distribuir nas empresas.

Aqui no meu trabalho eu defini um filtro ótimo: como os emails com o domínio certo mas cujo nome não existem chegam pra mim, qualquer email com curriculum que chegue diferente de rh@xxxxxx.com.br ou financeiro@xxxxxx.com.br e cai no meu email é sumariamente apagado. Pra mim, qualquer um que não saiba escrever ‘rh’ ou ‘financeiro’ não merece nem ser chamado para uma conversa.

Sacanagem subliminar

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Por , 29 de março de 2007 15:04

Sou só eu, ou mais alguém pensou bobagem vendo essa propaganda do YMail? :P

subliminar.jpg

O que me lembra aquele vídeo famoso de um programa do SBT onde a apresentadora ensina a ‘aplicar nos fundos’….

Curiosidade

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Por , 28 de março de 2007 22:43

Dando uma olhada nas estatísticas de acesso, percebi que há um número razoável de pessoas que leêm esse blog via feeds.

Pergunta: Quem são vocês? E o que vocês viram nesse humilde blog sobre coisa alguma para incluí-lo num leitor de feeds?

Carniceiros!

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Por , 28 de março de 2007 22:39

(Post desabafo. Sentiu-se ofendido? ‘Pobrema’!)

Se existe uma mania deplorável no brasileiro, é a curiosidade em cima de coisas mórbidas. Qualquer um que perca tempo na internet procurando fotos de acidentes deveria ter os direitos de acesso à internet revogadas. Provavelmente, as mesmas pessoas que acabaram caindo aqui pelo Google, são vítimas diárias de emails falsos prometendo fotos e vídeos inéditos de um dos crimes mais bárbaros na história do Brasil.

povinho.jpg

E, sim, evitei usar o nome do garoto em questão, para não chamar mais visitas desse tipo a esse blog…

Don’t Disturb

Por , 28 de março de 2007 11:30

Se tem uma coisa que me enche o saco, é gente que resolve conversar comigo em ônibus. Tô lá, curtindo a paisagem, pensando na morte da bezerra, e aparece alguém (na maioria das vezes, um desconhecido qualquer…) e começa a me alugar.

Uma solução simples foi utilizar o mp3player. Assim, mesmo que ele estive desligado, os fones de ouvido já seriam um sinal de óbvio sinal de que não quero ser perturbado, além de ajudar a abafar o som das conversas alheias, para aquela cochilada básica.

A príncipio, pareceu uma idéia ótima, até esbarrar na falta de noção de algumas pessoas.  Hoje eu estava no ônibus, vindo para o trabalho, ouvindo música e me preparando para para complementar minhas horas de sono, quando um ex-professor bate no meu braço, me cumprimenta, e, sabendo que trabalho com informática, resolve me contar com detalhes sobre a sua nova aquisição, o Win Vista piratão. Foram pelo menos 5 minutos de abobrinhas sobre trivialidades típicas de usuário bobão, comentando como o Vista era fantástico, mas pesado, e como era simples piratear. Quando ele me perguntou o que eu achava, eu respondi que usava o Linux, só entrava no XP para algumas tarefas, e não pretendia atualizar minha máquina para o Vista tão cedo. Assunto encerrado, recoloquei meus fones e rezei para não ser perturbado novamente. Aí, mais um cutucão no meu braço, e ele solta a pergunta:  “Mas, escuta, qual Linux você está usando? Dá pra usar o Vista e o Linux junto?”

Por isso que, quando alguém me pergunta no que eu trabalho, eu falo que sou cafetão. Duvido que alguém utilize um cafetão como suporte num ônibus às 7h…..

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