Abrindo a caixinha de dinheiro – Minha experiência com boo-box

Por , 29 de janeiro de 2008 15:53

Imagine a seguinte situação: Seu principal sapato de trabalho já está com mais furos do que o roteiro da segunda temporada de Heroes, então você resolve que é hora de quebrar o porquinho e ir comprar um sapato novo. Chegando na loja, olha daqui, olha dali, encontra um modelo que gostou, e pede para aquele vendedor que está te seguindo desde que você entrou pegar, para você “dar uma olhadinha”. Ele volta, só com aquele sapato, você experimenta, e…. que droga! Ficou apertado no dedão, ou nos lados, ou no calcanhar, ou tem alguma coisa que você não gostou! Até dava pra voltar pra vitrine e procurar outro modelo, mas o tempo é curto, né? Assim, você decide deixar para comprar em outro dia, talvez em outra loja.

Agora, imagine o mesmo cenário, mas com uma diferença básica: o vendedor não traz apenas um sapato, mas sapatos[bb]. Ou seja, baseando-se em alguns critérios (cor, modelo, marca, estilo, sua cara de pobre, etc.), o vendedor escolheu alguns outros modelos, pra você dar “uma olhadinha”. Opa, aquele que você queria não ficou muito legal, mas aquele outro ficou, e vejam só, é até mais barato! Hm, mas aquele outro também é legal, e agora? O Sr. dá desconto moço? Dá? E parcela a perder de vista? Legal, então embrulha os dois, vou levar!

Perceberam o conceito? Ao dar ao comprador o direito de escolha, é possível garantir que, mesmo que ele não leve o modelo “principal”, ainda possa dar uma olhada em outros modelos parecidos e de repente se interessar por eles. Embora eu pessoalmente tenha problemas com a maneira que o cidadão-comum faz as suas escolhas, o método funciona algumas vezes. E não só com sapatos.

Continue lendo 'Abrindo a caixinha de dinheiro – Minha experiência com boo-box'»

Pela Honra, pela Glória, por Asgard!!!! Preso quer ter o direito de rezar por Thor, na prisão!

Por , 23 de janeiro de 2008 10:02

thor_background

Você sabe que o mundo não vai deixar de te surpreender quando vê notícias como essa: Michael Polk, um prisioneiro do estado de Utah, nos EUA, está processando o Departamento Correcional do estado. O motivo? Ele está proibido de praticar sua religião[bb], o Asatrú, na cadeia!

O Asatrú é uma religião que prega a volta dos cultos pagãos vikings. Como Polk é um devoto de Thor, entre outros deuses nórdicos, ele precisa de uma série de itens para realizar seus rituais religiosos. Até aí nada demais, se esses itens não incluíssem uma espada[bb] e um martelo de guerra, semelhante ao Mjolnir de Thor.

Continue lendo 'Pela Honra, pela Glória, por Asgard!!!! Preso quer ter o direito de rezar por Thor, na prisão!'»

Tutorial: Configurando o modem 3Com 3CRWDR101A-75 para o Speedy Home

Por , 23 de janeiro de 2008 8:53

Recentemente, junto ao meu novo notebook (aguardem análise em breve) acabei adquirindo também um novo modem ADSL: um 3com 3CRWDR101A-75[bb], que além de modem também é roteador[bb], switch, access point wireless[bb] E Firewall, entre outras coisas (aguardem análise também). Assim, em teoria, eu ia poder acessar a internet no meu computador antigo e no meu notebook ao mesmo tempo, além de poder liberar o acesso para meus irmãos, sempre que necessário, sem que eles precisassem usar meu computador antigo. Coisa que meu modem antigo, um SpeedTouch 330 USB sem-vergonha não permitia.

Claro, na teoria, tudo é lindo e maravilhoso. Na prática, há pouca documentação sobre a configuração desse aparelho, especificamente para o Speedy, e a maioria é incompleta ou incorreta. E a Telefônica, essa empresa legal e batuta, não oferece o menor suporte para a configuração do modem como roteador, limitando-se a ensinar como configurar em modo Bridge, e ainda assim de modo bem meia-boca. E, como eu manjo muito mais de proxy via servidores linux[bb] do que via modems, acabei precisando da ajuda dos universitários amigos do Twitter e de muita engenharia reversa com manuais de modems diversos, consegui chegar na configuração correta, que compartilho agora com vocês.

IMPORTANTE: Esse tutorial cobre apenas o básico da configuração do modem, permitindo a você conectar-se normalmente ao seu Speedy Home. Outras funções, como firewall, wireless e dhcp não serão tratados aqui. Até porque depois disso o uso é bem intuitivo.

Continue lendo 'Tutorial: Configurando o modem 3Com 3CRWDR101A-75 para o Speedy Home'»

Automatizar todas as tarefas nem sempre é uma boa idéia

Por , 22 de janeiro de 2008 16:14

Há uma regra entre os programadores/desenvolvedores: se você precisa repetir uma mesma tarefa mais de três vezes, o melhor mesmo é criar um programa/script/sistema que faça o trabalho sujo pra você. Muito melhor do que ficar preso a um trabalho manual que na maioria das vezes é maçante.

O problema é quando você resolve apelar para um programa já pronto que promete automatizar algum trabalho e facilitar sua vida, mas que por um descuido qualquer dão uma dor de cabeça dos infernos. Foi o que aconteceu ontem a noite com o Blosque. Como segundo encarregado pelo suporte à Nospheratt, (sendo o  Arcanjo o primeiro) fui chamado para resolver um pepino estranho: todos os acentos estavam aparecendo truncados, com erro. Pior, no BD estava aparecendo do mesmo jeito.

Continue lendo 'Automatizar todas as tarefas nem sempre é uma boa idéia'»

Prendam-me! Eu sou um maldito jogador de videogames!!!!

Por , 19 de janeiro de 2008 0:36

Ainda me lembro do meu primeiro videogame: era um Atari da CCE, coisa linda, meus pais compraram como presente de anivesário para mim e meus irmãos. Durante muitos meses, nós nos divertiamos jogando Pac-Man e…. bom, Pac-Man. Entendam, sempre fomos uma família de poucos recursos financeiros, morando em um bairro afastado. Jogos novos, só emprestado ou em aniversários, e olhe lá. Mas nos divertiamos muito, e provavelmente gastamos mais com novos joysticks[bb] do que com o videogame. Enfim: durante muito tempo, foi diversão para toda a família.

Meu segundo videogame[bb] foi um Master System, esse ganho de uma tia, numa época em que meu pai estava desempregado (valeu aí, seu Collor!). Meu irmão pediu, ele ganhou, e eu me apossei. Esse sim, foi a coqueluche da família, e principalmente o meu. Adorava aquele videogame. Alex Kidd, jogava todo santo dia. Aprendi inglês jogando Ultima IV, vejam só. Foi um dos que mais durou em casa.

De lá, pulamos para o Mega Drive, uma evolução do antigo Master System, recebido com o mesmo carinho. Em mais alguns anos, meu irmão juntou uma graninha, e comprou um PlayStation. Novamente, me apossei do bicho, e me viciei em RPGs[bb] que duravam mais do que 10 horas de jogo. Recentemente, em 2006, adquiri meu PS2, e tenho uma pilha gigantesca de jogos para fechar. Um dia talvez, quem sabe, eu compre um Wii. Meus sobrinhos estão crescendo, pode ser divertido deixá-los brincar com um videogame que não tenha tantos botões.

Relembrando, os videogames sempre tiveram um certo papel na minha vida ou na de minha familia. E, ao que me consta, nunca tivemos problemas com a polícia, ou com drogas, ou qualquer atividade ilegal. Tão pouco demonstramos tendências agressivas (entendam: além do normal para dois irmãos completamente diferentes com diferença de dois anos de idade).

Continue lendo 'Prendam-me! Eu sou um maldito jogador de videogames!!!!'»

Panorama Theme by Themocracy