Embora muitos gamers mais hardcore torçam o nariz para o Nintendo Wii
(que não tem – oh! – capacidade de gerar putilhões de polÃgonos 3D), os números comprovam que ele é um sucesso absoluto. Fato, Wii não é um videogame
somente para jogadores veteranos, mas para qualquer um. O controle sensÃvel a movimentos chama a atenção, e resolve o problema de muita gente que era zoada por ficar ‘balançando’ o controle enquanto jogava (uma prima minha, por exemplo, virava não só o controle, mas TODO o corpo, em jogos de corrida…).
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Por , 28 de maio de 2008 13:38
E o exôdo do Twitter já começa a criar conflito
entre os usuários. De um lado, os que pularam de corpo e alma no Jaiku. De outro, os que veêm no Pownce uma interface mais amigável e com um nome com menor possibilidade de trocadilhos idiotas. E, no meio disso tudo, aqueles que ainda mantém a fé no Twitter, e não arredam pé de lá tão cedo. Ainda é cedo para afirmar qualquer coisa (até porque ainda não escolhi meu lado nessa história), mas prevejo uma guerra
de proporções cósmicas para muito em breve, com muito sangue, choro, tripas voando, e acusações de todos os lados sobre qual serviço é superior.
Ou seja, nada muito diferente de qualquer coisa que role na internet.
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Por , 28 de maio de 2008 0:32
Depois de vários dias apresentando instabilidade e quedas constantes, e já há quase uma semana com várias funcionalidades “capadas” (não é possÃvel receber os updates via Instant Messengers, o RSS tá de mal a pior, e só é possÃvel ver os twitts da primeira página, já que o link para os textos mais antigos está desabilitado), o serviço web 2.0 coqueluche de 2008, o Twitter, começa a ser gradativamente abandonado por vários usuários, que viram nessa última semana o que a falta de planejamento e de alocação de recursos pode fazer a um site.
Com quedas constantes, funcionalidades essenciais indisponÃveis, programas de terceiros tendo dificuldades para acessar a API, problemas no banco de dados, e mais um sem número de problemas, o Twitter está em um daqueles momentos que poucas startups gostariam de estar: o abandono de usuários, e o declÃnio constante da reputação. Será difÃcil, depois de tudo o que vem acontecendo, o site recuperar seu status de rei do microblogging.
E como diabos isso foi acontecer? Resumindo o que especialistas vêm dizendo, os mantenedores do Twitter não projetaram o mesmo, tanto em termos de software quanto de hardware, para a quantidade atual de usuários, atualizações e serviços externos (que acessam a API do Twitter). Ou seja: compraram um Pentium 100 quando deveriam ter comprado um Pentium Dual Core, e o servidor começou a pedir água com mais e mais frequência (já que o número de usuários só cresceu), até chegar ao estado atual.
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Por , 22 de maio de 2008 1:30
Dias atrás, me peguei numa discussão qualquer com o Rafa sobre formatos de vÃdeo e o melhor gadget para usar em um ônibus lotado, quando rolou uma confusão sobre o termo “MP4″. Nada mais natural: enquanto eu estava falando sobre meu aparelho xing-ling, ele estava falando sobre o formato de vÃdeo. E ninguém se entendia nessa Babel de nomes.
A confusão é comum, mesmo entre aqueles que, ao contrário do Rafa, não ficam pagando de gatinho só porque tem um Ipod Touch
(e que eu pretendo comprar um dia, pra pagar de gatinho também, só porque vi uma resenha feita pelo Kid e fiquei babando no bicho) , e ignoram todos os outros aparelhos. E aÃ, vem a pergunta: o que diabos é realmente um MP3, um MP4, e porque diabos qualquer porcaria nova é lançada com um MPX+1?
Para entender, vamos a um pouco de história…. O MP do nome é na verdade a abreviação de MPEG (Moving Picture Experts Group), um grupo de pesquisadores que desenvolvem padrões para compressão de áudio e vÃdeo digital. Um dos primeiros padrões liberados por eles foi o MPEG-1, um padrão de compressão com perda de dados (ou seja, quando são removidas partes do arquivo que o olho/ouvido humanos não conseguiriam perceber normalmente). E adivinha qual era um dos formatos tratados nesse padrão? Exato, o MP3, assim como o MP1 e o MP2. Percebam que, até aÃ, a numeração não significa que um é melhor que o outro, mas sim finalidades diferentes.
(A tÃtulo de curiosidade, em 1997~1999 era comum encontrar arquivos de música na internet com o formato .mp2 – Mas eles eram obviamente maiores que os .mp3, além de fazerem pouca diferença para ouvidos pouco treinados, e vocês nem eram nascidos naquela época). Continue lendo 'Do MP3 ao MP8 – OU: Como o mercado inventa nomes para vender tranqueiras'»
Por , 19 de maio de 2008 23:54

Pelo menos não uma desculpa plausÃvel, já que um grupo de argentinos (argh!) criou o plugin supremo para o Firefox: o FireNes, que permite a você ter acesso a uns…. 2500 jogos do Nintendinho, direto do Firefox, sem precisar acessar qualquer página pra isso. (tá, não é bem assim: na verdade, eles usam o VirtualNes para puxar os jogos…). Como é um plugin para o Firefox, tudo o que você precisa fazer para jogar é…. baixar o plugin, reiniciar o navegador, e só.
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