Nos EUA, o tempo para ligar o computador é descontado do salário dos funcionários!

Por , 20 de novembro de 2008 1:05

Win_Vista_Boot_para_Tune_Up_by_iltonjr

Pelo jeito, a crise financeira[bb] está pegando mesmo nos Estados Unidos. A nova moda agora entre grandes empresas é, vejam só, não pagar pelo tempo que o computador [bb]dos funcionários leva pra iniciar!

A lógica é simples: dependendo do equipamento, entre o momento que você liga o seu computador até o momento em que efetivamente começa a trabalhar, mais o tempo até desligar o mesmo no final do expediente. gasta-se uns 20 minutos por dia. Sem contar as necessidades de reiniciar o equipamento em caso de falha crítica do sistema… E, como nesse tempo o funcionário não está exatamente trabalhando, mas batendo papo ou tomando café, então não há necessidade de pagar por esse tempo perdido. Certo?

Aparentemente, não. Vários funcionários de empresas como AT&T, United Health Group e Cigna estão entrando com ações contra seus empregadores, e obviamente estão ganhando. Oras, é realmente culpa do funcionário se o equipamento que ele utiliza dentro da empresa tem mais de cinco anos de vida e leva uma eternidade para começar a funcionar?

A discussão vai longe, e provavelmente ainda vamos ouvir falar muito disso. Pessoalmente, acho que o buraco é mais embaixo: empresas muitas vezes oferecem SIM computadores mal dimensionados para os usuários (causando horas de carregamento para programas mais pesados), mas em muitos casos a culpa por essa demora pode vir dos próprios usuários (“uau! 5GB de emails, em uma única pasta! Como você conseguiu isso?” – e sim, esse foi um diálogo real, quando eu trabalhava com suporte…). Ou seja, empresas deveriam sim oferecer equipamentos de qualidade para os funcionários, mas os funcionários também deveriam ter o mínimo de cuidado com a máquina.

Mas, enquanto essa briga rola nos tribunais, a Asus já criou uma solução. Acompanhem o boot do Windows Vista em… 4 segundos! Quero ver alguém descontar algum salário disso! :)

Fonte: Gizmodo

Resenha – Análise do DVD “A Morte do Superman”

Por , 19 de novembro de 2008 13:59

(A morte do Superman) [bb]
Ontem finalmente pude comprar o DVD “A Morte do Superman”, nova animação da DC comics a chegar no Brasil, com ‘só’ um ano e meio de atraso (só pra lembrar, Liga da Justiça: A Nova Fronteira[bb] foi lançado depois lá fora, mas chegou antes por aqui…). Na boa, por um ano e meio de espera – convenhamos, tempo mais do que suficiente para fazer uma infinidade de downloads – o mínimo que se podia esperar é que a Warner trouxesse um DVD recheado de extras (um pôster incluso, talvez?), por um preço razoável e uma boa campanha de marketing. Mas não, ela fez justamente o contrário. E, o que é pior: nem mesmo a história vale o tanto que está sendo cobrado pelo DVD…

super01

SuperMan ou Super-Homem?

Pra começar: Só há duas opções de áudio, em inglês e português, as duas em Dolby Digital 2.0. Para quem gosta de ouvir o aúdio original e acompanhar com as legendas, uma surpresa não muito boa: a legenda tem VÁRIOS erros de tradução e de português. Coisa básica mesmo, de não se decidir entre Superman [bb] ou Super-Homem, até frases sem o menor sentido. Sem contar quando você percebe que estão falando uma coisa em inglês, mas a legenda mostra outro diálogo. Impressão de legenda feita às pressas, sem um pingo de revisão.

Além disso, uma pegadinha na hora de escolher Áudio/Legendas: há duas telas no menu, com as opções de legenda DIVIDIDAS entre cada tela, mas em nenhum momento fica claro que há um segundo menu. Para os mais desavisados, fica parecendo que simplesmente não há legenda em português.

Nos extras, a decepção: áudio com comentários, um making of, um documentário falando sobre a morte do superman nos quadrinhos, e só. Lembrando, o DVD está sendo vendido bem acima do preço ‘normal’ para animações, e já foi lançado com um ano e meio de atraso. Depois reclamam de pirataria…

E quanto a história? Na boa? Não empolga, pelo menos não o tanto que deveria. Pra começo de conversa, esse não é o mesmo Superman dos já clássicos desenhos Superman e Liga da Justiça do Bruce Timm. O que é uma droga, já que você acaba tendo que conhecer de novo os personagens. (atenção: a partir daqui, pode ter spoilers! Leia por conta e risco)

No universo do desenho, não há Liga da Justiça, não há Batman, não há heróis, só Superman. Que, por acaso está tendo um caso com a Lois Lane, sem ela saber que ele é também Clark Kent (duh!). E, quando durante uma escavação uma equipe da LexCorp acidentalmente libera o Apocalipse, é quando a pancadaria realmente começa. E pancadaria MESMO, Apocalipse MATA as pessoas sem dó nem piedade (mas é desenho americano, então há pouquíssimo sangue e todos os desmembramentos ficam sub-entendidos…). Superman aparece, rola porrada em cima de porrada, Metrópolis é parcialmente destruída, e Apocalipse morre, numa cena muito, mas MUITO furada.

super02

Aqui começa o maior chute no balde do roteiro

Sério, COMO ASSIM o Superman carrega o Apocalipse até o espaço e não o joga direto no Sol, ao invés de devolvê-lo à Terra, em altíssima velocidade, destruindo METADE de Metrópolis no processo? Meu, ele abre uma cratera no meio da cidade, destruindo milhões de dólares em propriedade alheia, sem contar em prováveis vidas, só porque viu uma garotinha sendo ameaçada, e é enterrado como herói? Na boa, não é o Superman, é o Hancock! Caramba, o Apocalipse não voa, não teria como se defender caso fosse arremessado para uma viagem sem volta até o Sol! Simples! Se é pra matar, mata direito! Nesse ponto, até mesmo a história em quadrinhos original é menos furada…

Percebam que, até aí, já estamos quase na metade da animação, e a luta durou pouco mais de dez minutos, sendo bem pouco empolgante (a luta entre Superman e Darkseid no final da Liga da Justiça Sem Limites ganha de longe). Ou seja, já dá pra ter uma idéia de como a história será bem corrida…

Após o enterro, os furos a historia continua. A criminalidade aumenta, Lois fica deprê porque perdeu o maior partidão do mundo, e Jimmy vira paparazzi. A criminalidade aumenta, a polícia não tem condições de conter os bandidos (até aí, beleza: quem ia gastar com segurança pública com o Superman vigiando a cidade?) e tudo parece acabado quando aparece um novo Homem de Aço, que na verdade é um clone perfeito, criado por Lex Luthor! Uau! Meu alerta de clichê atingiu nível máximo!

super03

"Vocês nunca me pegarão vivo!"

Aí, mais um furo. OK, eu sou um vilão, e por pura coincidência uma das maiores mentes do planeta. E, já que vou clonar meu maior inimigo, qual o problema em colocar a única salvaguarda possível em um local acessível via raio laser e uma tesoura? A mente mais poderosa do universo nunca ouviu falar em, sei lá, MEDULA? Ou, quem sabe, uma trava de emergência pro caso da primeira falhar? Pô, EU poderia ser um vilão muito melhor que o Luthor…

Enfim, o Superclone enlouquece, o Superman volta (com 60% da força, que é pra dar um drama na luta), rola uma pancadaria um pouco mais empolgante que na luta contra o Apocalipse (percebam que se passou pouco mais de um mês desde a primeira luta, e Metropólis já está totalmente reconstruída, pronta pra ser destruída novamente! Os roteiristas tão assistindo muito Tokusatsu, sério…) e o Superman finalmente vira homem e mata o SuperClone. No final, após uma luta corrida, um roteiro cheio de furos e um monte de pontas soltas, a população agradece o retorno do verdadeiro herói. Óbvio, se eu sou um Zé Ruela qualquer, e vejo um cara de preto com cabelo longo batendo no Superman que enlouqueceu, é ÓBVIO que vou aceitar que aquele é o Superman original…

Talvez eu esteja sendo mais crítico que o normal, mas a história não me empolgou como deveria, e o DVD não trouxe nada de extra que pudesse me fazer pensar que o preço pago foi válido. A morte do Superman é uma mostra do que os desenhos da Paul Dini e Bruce Timm fizeram: qualquer coisa abaixo do alto padrão de qualidade que eles impuseram para animações da DC Comics gera comparações, obviamente para pior. O mesmo aqui.

O filme é um ótimo “Sessão Pipoca”, e só. Compre apenas se você for um grande fã do Homem de Aço, ou se você não se importa muito com detalhes técnicos, como coerência no roteiro.

Ou compre logo “A nova fronteira” – esse sim, vale o quanto custa.

Os 10 maiores geeks da história

Por , 12 de novembro de 2008 15:05

Eles amam tecnologia, mais do que qualquer outra coisa. Mas, por um certo preconceito da sociedade suas histórias e personalidades raramente ganham o mundo, assim como outras grandes personalidades. Mas, se hoje a tecnologia está tão avançada e infiltrada na sociedade, é culpa desses geeks. Sem eles, o mundo como nós conhecemos dificilmente existiria. E seria uma lugar bem mais chato.

E é justamente como uma forma de agradecimento a esses grandes pensadores e revolucionários que a iTNews Australia compilou uma lista com os maiores geeks de todos os tempos. Não vou traduzir a lista ao pé da letra, mas explicar rapidamente o que cada um fez para figurar na mesma. (todas as fotos foram retiradas da Wikipedia)

Continue lendo 'Os 10 maiores geeks da história'»

As 10 melhores maneiras de divertir um geek

Por , 11 de novembro de 2008 17:01

1 – Faça uma lista das 10 melhores maneiras de divertir um geek.
10 – Faça a lista em binário.

Peguei daqui. (e os posts maiores voltam em breve, juro. Estou fazendo TRÊS mega-posts, uns 2MB de texto puro, mais ou menos…)

E se a Matrix rodasse em Windows?

Por , 10 de novembro de 2008 22:39

E mais uma vez o College Humor apronta uma das boas: como seria Matrix se ele rodasse em Windows? O resultado é, como sempre, hilariante:

Link do vídeo, para assinantes do feed.

Panorama Theme by Themocracy