Torne seu filho um otaku desde os primeiros meses

Por , 29 de março de 2010 9:52

Você é um grande fã de animes e tokusatsus e acabou de ter um rebento? Ou tem um amigo otaku e não sabe o que dar no chá de bebê dele?

SEUS PROBLEMAS SE ACABARAM-SE!!!!

Com as roupinhas de bebê da Bandai você pode  fazer daquele pimpolho um pequeno cosplayer! Nas versões Ultraseven, Ultraman, Son Goku, Kamen Rider, e muitos outros! Assim você não só mantém seu filho na moda Otaku como também chama atenção por onde passa!

Interessados podem se informar melhor direto no site da Bandai (em japonês)

Quatro dicas para seu aplicativo social não virar uma dor de cabeça

Por , 26 de março de 2010 12:52

Dias atrás acabei tendo um pequeno embate no twitter por conta de algo besta: ao testar um sistema integrado ao twitter, percebi que esse aplicativo postou automaticamente uma mensagem no meu perfil e passou a seguir um outro perfil, sem que houvesse uma autorização clara da minha parte.

Ao reclamar de forma bem clara sobre essa postura, um dos desenvolvedores entrou em contato, e no calor do momento troquei umas quatro ou cinco mensagens mal-criadas com ele, explicando meus descontentamento. Mas, até aí, quem me seguia já sabia do problema, e provavelmente pensou duas vezes antes de também testar o serviço.

Tudo isso poderia ter sido evitado com uma postura simples: planejar o sistema para que nada fosse realizado na minha conta sem minha expressa e clara autorização. Sou extremamente sensível com sites ou programas que se conectam aos meus perfis virtuais (sejam meus blogs, twitter, ou até meu perfil no MyAnimeList) e realizam atualizações por conta própria sem minha permissão. Muitos provavelmente não veêm problema algum nisso, mas eu não sou o único que encaram quase como uma invasão.

O nascimento de plataformas sociais como twitter, orkut, facebook e outros trouxe um novo conceito na criação de aplicativos para a web: os aplicativos sociais, que utilizam o ambiente das redes sociais para tornar o desenvolvimento mais rápido e integrado. Assim, ao invés de criar todo um site e estrutura interna para criar, digamos, o Colheita Feliz, você pode desenvolver um sistema que utiliza as ferramentas do orkut (cadastro de usuário, segurança, etc.) e agilizar boa parte do desenvolvimento do sistema. Assim, ganha o desenvolvedor (que pode colocar seu sistema dentro de uma rede maior) e ganha o usuário (que possui mais opções de uso dentro da rede).

O problema é que o mal uso dessa integração pode gerar insatisfação com os usuários e até queimar totalmente o filme do desenvolvedor.

Pensando nisso (e em outras ‘mancadas’ que já vi acontecer em outros aplicativos), montei um apanhado de dicas que você, desenvolvedor solitário, empresa ou startup, deveria pensar em seguir antes de liberar seu aplicativo social para o mundo. Não encarem essas dicas como regras gravadas em pedra, mas sim a como a opinião de um desenvolvedor/sysadmin/usuário que tem alguma idéia do que está falando. :)

1 – Preocupe-se com a segurança

Regra básica que muitos esquecem: não é porque a rede social já oferece recursos de segurança que você deve esquecer de fazer a sua parte. Sessões que não se encerram, variáveis não declaradas corretamente, recebimento de dados via GET e por aí vai podem ser usados para causar qualquer coisa, desde vantagens dentro de um jogo, como tentativas de invasão e roubo de dados. Não é incomum encontrar casos de senhas e perfis roubados porque alguém usou um aplicativo social que tinha uma falha.

Algumas redes como o Twitter agora permitem autenticação via oAuth, permitindo que seu aplicativo possa se comunicar diretamente com a base de dados do twitter, evitando assim que o aplicativo precise pedir usuário e senha para funcionar corretamente. Todo aplicativo social decente deveria usar oAuth ou soluções similares que a rede social possua.

Leve isso em consideração antes de liberar seu aplicativo para o público. Não há nada pior que ser conhecido como o “cara que desenvolveu um sistema que permitiu o roubo de vários perfis do orkut”.

2 – Preocupe-se com o alto número de acessos

Algumas redes permitem que você hospede seu aplicativo em um servidor interno, outros exigem que você hospede em um servidor próprio (o mais comum). Nesse caso, parta sempre do principio de que seu aplicativo será um SUPER-HIPER-MEGA-SUCESSO e que BILHÕES DE PESSOAS estarão tentando acessá-lo simultaneamente, e se esforce em programar um algoritmo leve e dimensionar seu servidor para que ele aguente uma grande carga de acessos. Existe uma série de procedimentos que podem (devem!) ser seguidos para otimizar seu código, e isso vai variar do tipo de linguagem que você usará e em quais redes sociais o sistema será usado. Leia sempre todo o tipo de documentação e preocupe-se em usar soluções leves, simples, e que demandem poucos recursos. Vai usar um banco de dados? Estude otimização de queries.

Obviamente, nem sempre é possível estimar corretamente o número de acessos que seu aplicativo vai ter. Nesse caso, lembre-se de manter um código que tenha fácil manutenção e que lhe permita encontar e alterar o maior número possível de ‘gargalos’ na performance.

Uma idéia é você inicialmente lançar o aplicativo como um beta, fechado para um número X de usuários, e a partir daí fechar para novos cadastros. Se o serviço mostrar-se um sucesso e tiver boa receptividade, o que você tem que de fazer é correr atrás de um patrocinador ou investiro para investir em servidores mais potentes, talvez até alguns clusters ou servidores separados para aplicação/banco de dados.

Seu serviço pode ser o máximo, perfeito, revolucionário. Mas se ele não aguenta mais de 10 usuários e vive caindo, ninguém vai querer usar.

3 – Siga as regras e o bom-senso

Descobriu uma forma de fazer o usuário mandar automaticamente milhares de direct messages pelo twitter? Legal, mantenha a idéia pra você. No máximo, seu aplicativo irritará os usuários e será usado por spammers, garantindo que o acesso seja bloqueado e o aplicativo não possa mais ser usado. E provavelmente é você quem vai acabar pagando o pato.

A liberdade que algumas APIs trazem é interessante, e com um pouco de criatividade não é díficil criar algo que viole as regras da própria rede social ou careça de um pouco de bom-senso. Não é dificil lembrar do caso NoEscuro, um site de 2007 que permitia que qualquer um postasse em um perfil no twitter, de forma totalmente anônima. O resultado foram centenas de mensagens com difamações, xingamentos, palavrões e toda a sorte de bobagens que só o anonimato na internet permite criar. O site e o twitter foram tirados do ar em poucas horas.

Há uma possibilidade quase infinita de aplicativos que podem ser criados para as redes sociais, desde jogos a sistemas de controle de finanças. Mas não é porque algo é possível que ele é permitido ou bem-visto pela sociedade, e você deve levar isso em consideração antes de planejar seu aplicativo. Se voce não consegue pensar em nada que não vá importunar seus usuários, o melhor é não fazer nada.

"Como assim, me usar para praticar roubos?"

4 – Não seja intrusivo

E aqui chegamos ao ponto que me levou a publicar essas dicas: aconteça o que acontecer, jamais seja intrusivo. Jamais peça permissão do usuário sem deixar claro o motivo dessa solicitação. Jamais atualize ou faça alterações automaticamente no perfil do usuário se ele não tiver explicitamente solicitado ou autorizado isso. Existem centenas de serviços integrados ao twitter (por exemplo) que periodicamente fazem atualizações automáticas. Mas essa é uma opção do usuário. Ninguém reclama do foursquare ou do formspring ou do tumblr pelas twittadas automáticas a cada atualização: eles reclamam dos usuários que habilitaram essa opção e a deixaram ligada. E essa é uma diferença vital: o errado não é o aplicativo, é o usuário. Ele é o chato que foi lá e deixou a integração ligada.

Se você realmente prefere deixar algumas opções marcadas automaticamente, deixe isso claro para o usuário da melhor forma possível: um aviso em fonte pequena escondido no meio do layout não te isenta de responsabilidades. Use um destaque com cores ou tamanhos diferentes, explicando exatamente para o usuário o que será feito, e permita que o usuário desmarque de forma fácil essa opção.

Há outro ponto a considerar: se o seu aplicativo twitta automaticamente pelos usuários e vários usuários acabam usando a ferramenta, a rede social pode acabar considerando que o volume gigantesco de mensagens iguais sendo postadas é uma forma de spam, e bloquear o acesso do aplicativo à API.

Ao não dar opt-in automático, você se isenta de responsabilidades. Ao questionar o usuário, você evita reclamações posteriores. Lembre-se: em redes sociais, o que realmente acaba importando é o usuário, não o aplicativo. Seu aplicativo pode ser lindo, mas se os usuários o rejeitarem, ele não vai pra frente.

(colaborou @interney)

Top 5 pegadinhas com o Chat Roulette

Por , 15 de março de 2010 16:21

O Chat Roulette, aquele serviço que vem chamando a atenção de toda a mídia nos últimos dias, não tem nada de muito complicado: Você acessa o site, liga a webcam e o microfone, e fica esperando alguém aparecer pra falar com você. E esse ‘alguém’ pode ser qualquer um (até mesmo personalidades famosas). Não gostou da conversa ou da pessoa? Clica em “Next”, e você pula pra próxima conversa com uma pessoa escolhida aleatoriamente. A graça é que, ao invés de ficar apenas no texto ou em fotos das pessoas conversando, você pode papear pela webcam com uma pessoa qualquer no mundo.

Parece bobo? Não só parece, como é. Na verdade, o serviço em si só ficou famoso por permitir o uso de uma webcam, que permite que você veja a pessoa do outro lado (E, sim, esse é um lugar onde eventualmente você VAI encontrar pervertidos e malucos de todo o tipo).

Mas como tudo na internet acaba virando motivo de piada, é possível encontar no youtube uma quantidade quase infinita de vídeos mostrando várias pegadinhas que só são possíveis com o Chat Roulette, e rir com a reação das pessoas frente ao inusitado. E logo abaixo você encontra os melhores 5 vídeos que achei com pegadinhas no Chat Roulette. Por razões óbvias, evitei vídeos com nojeiras e cenas pesadas, focando mais no inusitado e engraçado.

5 – Velho Maluco

Você clica em Next, e de repente dá de cara com um velho completamente insano brincando com o cachorro e com um… esfregão. O engraçado é ver a reação das pessoas frente à cena.

4 – O suicida

Você entra no serviço e…. vê apenas as pernas de um sujeito, claramente enforcado. Um suicida. Foco no moleque a partir do 30 segundos de vídeo.

3 – Dançando pra câmera

Um grupo de amigos simplesmente dançando em frente à webcam. Resultado?  Você dançando junto.

2 -Improvisando uma canção

Você entra no chat e o sujeito começa a tocar uma música no piano e cantar o que você está fazendo ou escrevendo. Vale pela improvisação e pelo raciocinio rápido.

1 – Controlando o Super Mário pela câmera

Se um dia eu acessar o Chat Roulette, será unica e exclusivamente para pregar esse tipo de peça: coloca um joguinho modificado na câmera, deixa a instrução pro sujeito mexer os braços para controlar o jogo, e vá jogando de mentira enquanto ele fica gesticulando feito um palerma. Reserve, e sirva no youtube.

Denúncia: Vídeo da Família Ultra humilhando prisioneiros!

comentários Comentários desativados
Por , 5 de março de 2010 13:19

Se você sempre se perguntou qual o problema dos monstros com a Terra ou a Família Ultra para eles sempre tentarem destruir o Japão mundo, o vídeo abaixo pode ser bem explicativo.

Durante os angustiantes 4 minutos do vídeo, é possível perceber que os Ultramen, quando não EXPLODEM os inimigos, acabam transformando-os em prisioneiros de guerra, forçando-os a todo o tipo de humilhações possíveis e inimagináveis. No caso, obrigando-os a dançar músicas de Michael Jackson e rindo da falta de gingado dos prisioneiros, coisa que qualquer um percebe que é causada pela anatomia extraterrestre, diferente da humana. Como um Baltan poderia bater palmas, me respondam?

Perceba que apesar de toda a humilhação e falta de respeito, os Ultra em momento algum demonstram qualquer compaixão, rindo a todo momento dos passos desengonçados dos monstros. Isso é uma vergonha, e fica comprovado que as séries Ultra na verdade são propagandas disfarçadas de uma força policial autoritária e irresponsável. Uma prova de que quem ganha a guerra é quem conta a história….

As imagens são fortes, vejam por conta e risco:

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