Samurai X 11 ( número palÃndromo e cabalÃstico )
Enquanto Campinas continua implorando por Vagabond n°1 e Ranma 1/2 20, o
jeito é quebrar o galho com Samurai X 11. Bom, talvez seja maldade dizer que
essa edição de Rurouni Kenshin é um quebra galho, mas que esta longe de ser
perfeita, bem, isso esta …
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Mas afinal de contas, quem é que liga para perfeição? Aliás, quem liga
para uma seção de cartas, uma seção de artes do leitor, matérias sobre os
assuntos abordados no mangá … Quem liga para alguns extras interessantes que,
inclusive, já apareceram em algumas edições? Definitivamente, a ausência de
um espaço para o leitor nas revistas da JBC é preocupante. Embora continue se
esmerando na tradução e adaptação competentes e eficientes, as revistas da
JBC não trazem nada além de mangá puro e simples, a um bom preço, é
verdade, mas sem espaço para o leitor opinar e dizer o que pensa, ou coisa
semelhante.
Ai, você me pergunta … E por que cargas d’água um mangá precisa de algo
mais do que mangá? Simples, para valorizar mais o dinheiro de quem paga. Em um
mundo em que até a recente nova série de Kenshin OVA já esta disponÃvel na
rede, cada novo detalhe que você pode acrescentar a uma revista que traz mangá
ajuda. Como exemplo, pegue Ranma 1/2, com anúncios de fanzines, seção de
cartas, fanclubs … pequenas coisas que servem para agradar o leitor e lhe
dizer “Olha, além de trazer esse mangá para vocês, nós gostamos de
vocês, nos importamos com o que vocês dizem …”. A JBC não parece fazer
muita questão disso por enquanto, o que pode complicar as coisas casos
comecem a trazer mangás menos conhecidos e com um apelo menos popular do que
Kenshin.
Sobre a história, nada de genial na saga desse arco de histórias morninho
do Raijuuta, mas é dezenas de vezes melhor do que a mesma saga no animê. O que
me faz pensar em como é que vão ser alguns momentos legais do animê no mangá
… E ainda tem as palavras do Nobuhiro sobre os personagens e alguns fatos dos
bastidores da produção do mangá, uma batalha um tanto confusa graças ao
efeito gráfico dado à técnica do Raijuuta ( literalmente, nenhum ), e tudo
aquilo que os fãs dessa série ( me incluam nessa! ) aprenderam a curtir nessa
série.
Marcus Winicius, between light and shade, between live and death, I only feel
the blade
