Vagabond #2

Por , 24 de janeiro de 2002 22:32


Ufa! Das compras da semana, só falta falar do “tijolão” que é Vagabond. Aliás, aviso rápido: Vagabond não é para crianças, caso o leitor dessa resenha ainda não tenha percebido. Cenas de sexo, decaptação e muita violência marcam a história do samurai Musashi, contada de forma magistral por Takehiko Inoue. Nessa edição, a casa de Okoo é atacada pelo grupo restante dos bandidos da edição passada, e Takezo precisa lutar sozinho contra eles. Matahashi toma uma importante decisão, e cabe a Takezo voltar até sua vila e contar sobre Matahashi. Mas será Takezo capaz de sobreviver ao ódio dos habitantes de sua própria vila? São as emoções do segundo volume de Vagabond.
A edição mantém o mesmo formato (e preço!) da primeira edição, mas é importante notar que o papel do miolo parece ter mudado para o “papel-padrão” da Conrad. As cores páginas coloridas também estão presentes, assim como o número maior de páginas, o que talvez justifique o preço elevado do mangá. O maior erro dessa edição vai para a matéria “O Japão e sua história: Um Flash”, que acabou tendo boa parte do seu texto ilegível por causa do tipo de encadernamento usado pela Conrad. As bordas do paragrafo acabaram ficando “pra dentro”, e a única forma de ler seria ir “abrindo” as páginas, o que com certeza estragaria a encadernação. Um pouco mais de cuidado da próxima vez, Conrad!

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