Category: Linux

O crescimento do Linux evidenciado

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Por , 12 de agosto de 2008 17:01

Quem foi no último Linux Symposium pôde ver uma ótima notícia em uma das apresentações: o Linux está crescendo, e em uma velocidade absurda. Analisando o slide[bb] abaixo, por exemplo, podemos evidenciar o crescimento lateral dos usuários:

crescimento_linux

A esperança é de que possamos continuar com essa média de crescimento, mas dessa vez na adoção do sistema, e não no tamanho das camisetas[bb]….

As 10 melhores frases de Linus Torvalds

Por , 6 de junho de 2008 23:25

linus O site CBR fez uma lista com as 10 melhores frase de Linus Torvalds (e, sério, se você não tem a mínima idéia de quem seja o rapaz, melhor parar de ler esse blog. Ou melhor: se mata logo, vai!). Algumas são bem velhas, conhecidas por todos, mas a 9 e a 10 pra mim são novas.

E, como sempre, trazemos em primeira mão uma tradução livre das frases:

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Como se dividem os hackers?

Por , 19 de fevereiro de 2008 10:27

changeman.jpg

Numa conversa no Campus Party, em que eu discutia com o Marco e o Rafa (mais minha namorada e três pessoas cujo nome não lembro. UPDATE: Segundo o Marco, tratavam-se de Fabricio Zuardi, Wendely e Mauricio, os dois últimos, ninja do boo-box) sobre o caso do hacker que estava bloqueando o Google no Campus Party, e pintou na conversa as denominações que os hackers[bb] costumam receber. Afinal, qual é a diferença entre um black hat, um white hat e um pink hat? Quais são os mais perigosos? Quais devem ser mantidos longe de qualquer equipamento que suporte comunicações via rede[bb]?

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Como impedir que as pessoas acessem suas fotos e outros arquivos pessoais usando o TrueCrypt

Por , 8 de fevereiro de 2008 12:57

A situação já é conhecida de todos: Rola uma “festinha” (entre amigos, ou entre um casal), alguém resolve que seria “divertido” tirar umas fotos do “evento”, e a(s) mulher(es) aceitam fotografar todo o processo de sacanagem, já que o rapaz afirma que “é totalmente seguro, é só deixar as fotos bem escondido no computador”. Várias e várias fotos envolvendo exibição de peças íntimas, detalhes anatômicos e penetração depois, todo mundo vai pra casa tranquilo, achando que só eles vão poder rever aquelas cenas depois.

Até que alguém rouba (ou invade) o computador, acha essas fotos que estavam tão bem escondidas, e resolve que aquelas fotos de sexo não devem ser de propriedade de ninguém, jogando tudo na internet, pra deleite dos tarados de plantão.

Ou o computador dá algum problema, vai pro conserto, e os técnicos da loja, pessoas super capazes e bem treinadas, resolvem vasculhar o computador só para passar o tempo, acham os arquivos, e tem a mesma idéia do exemplo anterior. Oops. Em pouco tempo as fotos correm de computador para computador, um infeliz reconhece a garota, e em pouco tempo todo mundo sabe que aquela mina que deu pra quatro é a vizinha da rua de cima. Mais uma vida arruinada pela internet.

Quem nunca viu uma série de fotos / vídeos desse jeito, que levante a mão. Com a popularização de celulares com câmera[bb], e o baixo preço das câmeras digitais[bb], filmar surubas, bacanais, ménages[bb] e até mesmo aquela comemoração discreta de aniversário de casamento virou lugar-comum. E, por um errinho qualqer, dá-lhe registros digitais de aquilo na mão, mão naquilo, e aquilo naquilo sendo distribuidos pela internet, sem qualquer controle.

Coisas assim podem destruir uma vida. E não é no ramo do sexo saudável[bb] entre duas ou mais pessoas. Escritórios de contabilidade ou de advocacia que forem invadidos podem ter dados sigilosos dos clientes revelados, trazendo muitas complicações. Empresas que possuem dados sigilosos podem acabar tendo prejuízos sérios por conta de um funcionário insatisfeito. E por aí vai. Em alguns casos, SÓ fazer backup ou gerar regras ‘comuns’ de acesso não resolve. Só tornar o arquivo oculto não resolve nada. Todo Sistema Operacional tem uma opção que permite listar arquivos ocultos facilmente. Definir que somente o dono do arquivo terá acesso também não resolve muita coisa. Qualquer um que tenha acesso a um usuário com privilégios plenos (O root no linux, por exemplo) pode alterar essas permissões. Manter os arquivos em pendrive também não resolve muito, já que sempre pode-se perder o pen, ou mesmo pode ser roubado. Proteger por senhas “simples” também não resolve muito: existem centenas de programas que quebram facilmente senhas comuns, todas disponíveis na internet.

Como fazer nesse caso? Simples, criptografe os arquivos.

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Prendam-me! Eu sou um maldito jogador de videogames!!!!

Por , 19 de janeiro de 2008 0:36

Ainda me lembro do meu primeiro videogame: era um Atari da CCE, coisa linda, meus pais compraram como presente de anivesário para mim e meus irmãos. Durante muitos meses, nós nos divertiamos jogando Pac-Man e…. bom, Pac-Man. Entendam, sempre fomos uma família de poucos recursos financeiros, morando em um bairro afastado. Jogos novos, só emprestado ou em aniversários, e olhe lá. Mas nos divertiamos muito, e provavelmente gastamos mais com novos joysticks[bb] do que com o videogame. Enfim: durante muito tempo, foi diversão para toda a família.

Meu segundo videogame[bb] foi um Master System, esse ganho de uma tia, numa época em que meu pai estava desempregado (valeu aí, seu Collor!). Meu irmão pediu, ele ganhou, e eu me apossei. Esse sim, foi a coqueluche da família, e principalmente o meu. Adorava aquele videogame. Alex Kidd, jogava todo santo dia. Aprendi inglês jogando Ultima IV, vejam só. Foi um dos que mais durou em casa.

De lá, pulamos para o Mega Drive, uma evolução do antigo Master System, recebido com o mesmo carinho. Em mais alguns anos, meu irmão juntou uma graninha, e comprou um PlayStation. Novamente, me apossei do bicho, e me viciei em RPGs[bb] que duravam mais do que 10 horas de jogo. Recentemente, em 2006, adquiri meu PS2, e tenho uma pilha gigantesca de jogos para fechar. Um dia talvez, quem sabe, eu compre um Wii. Meus sobrinhos estão crescendo, pode ser divertido deixá-los brincar com um videogame que não tenha tantos botões.

Relembrando, os videogames sempre tiveram um certo papel na minha vida ou na de minha familia. E, ao que me consta, nunca tivemos problemas com a polícia, ou com drogas, ou qualquer atividade ilegal. Tão pouco demonstramos tendências agressivas (entendam: além do normal para dois irmãos completamente diferentes com diferença de dois anos de idade).

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