Category: Mangá

Japonês maluco lança campanha online para poder casar com uma personagem de mangá

Por , 30 de outubro de 2008 13:43

O Japão[bb] acaba de criar um novo parâmetro para bizarrices: No momento em que você está lendo essa notícia, mais de 1.000 pessoas já assinaram uma petição online para que o governo japonês aprove uma lei que permita o casamento[bb] entre pessoas reais e personagens de mangá/anime.

(Pausa para a notícia ser processada por vocês, já volto…)

A campanha on-line foi criada por Taichi Takashita (que pretende alcançar 1 milhão de assinaturas), que declarou interesse nessa lei absurda por se sentir mais confortável em um mundo ‘bi-dimensional’. Nas próprias palavras dele: “Eu não estou mais interessado em três três dimensões, seria muito melhor viver em mundo bi-dimensional”,

Esse tipo de sentimento parece estar se tornando cada vez mais comum entre os jovens japoneses (principalmente os otakus[bb] e geeks), que gastam cada vez mais tempo em mundos virtuais (como animes, mangás e jogos on-line) para fugir dos desafios e cobranças da vida moderna. Só lembrando, essa campanha foi lançada apenas poucos dias depois de uma japonesa ser presa por matar o ex-marido ‘virtual’… E, semanas atrás, a polícia prendeu uma outra mulher que postou uma mensagem online dizendo que planejava matar seus pais após eles mandarem ela se livrar dos milhares de mangás que ela mantinha na casa dela…

Para ter uma idéia de como a idéia de casar com um personagem ficcional pegou por lá, um dos que assinou a petição escreveu: “Por muito tempo eu só consigo me apaixonar por pessoas bidimensionais, e no momento há alguém que eu amo. Mesmo que ela seja ficcional, ainda é amor. E eu gostaria de ter aprovação legal para essa relação a qualquer custo”.

Considerando que, apesar de todos os avanços tecnológicos das últimas décadas, ainda é IMPOSSÍVEL um ser humano procriar com um personagem de revista (só melecar as páginas[bb] não conta) é bem provável que veremos uma diminuição crítica na população japonesa durante as próximas décadas, caso essa lei seja aprovada. Mas, por via das dúvidas, se essa lei surgir por aqui, já escolhi alguém para dividir meu futuro:

E você? Com quem casaria?

Fonte: Telegraph.co.uk

PS: Embora a notícia esteja sendo amplamente divulgada, em nenhum lugar (entenda-se: google) é possível encontrar um link para a petição online. Uma pena, mas imagino que estão evitando linkar para que a petição não alcance um trilhão de assinaturas em dois dias. :P

PS2: Sim, a última frase e a minha escolhida são apenas uma piada. Sou nerd, mas tenho namorada. :P

Yatta! As 50 melhores cosplayers com decote!

Por , 24 de outubro de 2008 10:20

Lembram quando comentei que a regra da física dos animes não se aplica à vida real, gerando uma série de mulheres com pouca roupa e menos liberdade de movimentação ainda? Tipo, no desenho fica muito legal, chama a atenção, mas basta uma mulher de carne de osso vestir e você percebe que… tipo, não é exatamente o tipo de coisa que eu deixaria minha namorada usar…

Pois então, um maluco com muito tempo livre (e uma tara doentia – embora justificável) fez uma lista com as 50 melhores cosplayers com decote! E é como eu já falei: para a felicidade de muito nerd babão, as regras da anatomia simplesmente não se aplicam aqui, e obviamente as mulheres acabam mostrando mais do que deveriam. Diga-se de passagem, MUITO mais do que deveriam.

A lista completa você vê nesse link, mas abaixo eu compilei um top 5 das melhores cosplayers.  Diga-se de passagem, NSFW.

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Michiko e Hatchin – Anime ambientado…. no Brasil?????

Por , 7 de setembro de 2008 16:32


(link pro povo dos feeds)

Confesso que a falta de tempo e a falta de séries originais me afastaram um pouco dos animes, mantendo uma lista muito pequena (e cada vez menor) de coisas para assistir. Mas mantenho sempre um olho para a lista de lançamentos no Japão, atrás de um novo Haruhi ou Planetes que possa chamar minha atenção a ponto de me fazer baixar viajar toda semana para o Japão atrás de novos episódios.

Michiko to Hatchin é um desses animes que entrou na minha lista de downloads compras logo na primeira olhada no trailer. Realizado pelo estúdio Manglobe, os mesmos criadores de Cowboy Bebop[bb] e Samurai Champloo[bb], Michiko to Hatchin chamou a atenção por um motivo muito claro (e, se você ainda não percebeu, dê uma pausa nos 00:34 do trailer acima): sim, isso mesmo, a série é baseada no Brasil( ou “um país cheio de luz, em um ponto onde a lei não chega”… ), mais especificamente em uma favela típica do Rio de Janeiro! Sim, isso mesmo, Michiko to Hatchin é um anime com ambientação e personagens inspirados no Brasil!

Aqui, cabe um rápido parênteses: quando eu ainda trabalhava com roteiros e discutia com leitores, editores, fãs e afins sobre mangás brasileiros, sempre percebi um grande preconceito com relação ao próprio país, como se os temas, conceitos, personagens e ritmos do país não pudssem gerar uma história boa o ‘suficiente’ para ser um anime. E o que temos em Michiko to Hatchin? Exato: Japoneses pegaram tudo o que essa gente dizia que não era legal, e criaram uma série que promete fazer sucesso pelo mundo (basta ver as obras anteriores do estúdio Mangloge pra ter uma idéia da qualidade técnica dos animes que eles criam). Um tapão na cara desses fãs preconceituosos….

Pessoalmente, acho que o Brasil tem muito mais a oferecer culturalmente do que favelas, bandidos e multas gostosas em trajes sumários, mas basta lembrar que esse é justamente a imagem que formou lá fora, graças à grande leva de filmes ‘cabeça’ que trazem justamente… favelas, bandidos e mulatas gostosas. Assim, nada de errado em ver os japoneses retratando o Brasil dessa forma: qual foi a última vez que retratamos corretamente um ‘gringo’ em uma produção nacional?

E se a ambientação, o fusquinha escrito ‘POLÍCIA’ no trailer e a mulata gostosa não são suficientes para mostrar Michiko to Hatchin como um anime inspirado no Brasil, dê uma reparada no final do trailer: Sim, no logo está escrito Michiko e Hatchin, não Michiko to Hatchin (em japonês) ou Michito & Hatchin (padrão internacional). No site oficial, além de outras informações, você também encontra o primeiro trailer, com uma música que é…. um sambinha! :)

Tsebayoth – A idéia foi boa, a execução é que pegou

Por , 21 de agosto de 2008 21:04

Tsebayoth é o tipo de iniciativa que até poderia ser interessante, mas que foi tão mal executada, tão mal planejada, tão recheada de clichês, lugares-comuns e plágios, que na verdade virou um grande motivo de chacota para qualquer um que se preste a pensar um pouco enquanto assiste o vídeo. Na verdade, em um primeiro momento eu realmente imaginei que se tratava de alguma brincadeira, até descobrir que o negócio não só é sério, como realmente será lançado!

Mas… como fica quando uma série mostrando um super-herói[bb] católico apropria-se de idéias, personagens e até músicas pertencentes a terceiros? O “não furtarás” não rola nessas horas? Foi pensando nisso que resolvi comentar rapidamente sobre o achado, mostrar algumas (cof, cof) ‘referências’, dar uma opinião rápida, e deixar o resto a cargo dos leitores. Importante: não faço parte da turma de fãs que defendem que tudo que vem do Japão é sagrado e intocável, portanto não vejo problemas em encontrar uma série brasileira usando conceitos típicos de séries super-sentai. O que me incomoda é ver um grande grupo criando uma SÉRIE que usa sem o menor pudor propriedade de terceiros, e que na pior das hipóteses, pode ser considerado como plágio.

Pra começar, vamos ao vídeo. Assistam, eu vou ali tomar um cafézinho e já volto:

Viram? Então ignoremos por alguns momentos a péssima atuação (atores novos, etc. etc.) e vamos aos fatos:

A música de fundo, pra começar: Não sei se vocês já sacaram, mas o tema é do filme Guerra nas Estrelas[bb]. Ôpa. Música sob direitos autorais, eles foram autorizados a usar?

Mais à frente, temos os vilões, os Pecados Capitais. Reparem:

Encontrem o um anel

Onde já vi esses caras antes? Hmmmmm…..

Exato, são Nazguls, do Senhor dos Anéis[bb]. O líder tem uns chifres na cabeça, mas é só olhar com atenção: cópia. Mais uma vez: foram comprados os direitos, ou usaram o mesmo visual porque ‘acharam legal’?

Mais à frente, temos alguns clichês rápidos, típicos de séries japonesas. Em uma cena, os vilões tentam esmagar o herói com… pedras!

Esqueçam, não funciona desde o Spielvan.....

Logo depois, temos o herói com uma… espada laser de fogo!

Espadium Laser!

Mas o melhor ainda está por vir. Reparem no Tsebayoh, o herói principal da história:

Sério. Deêm uma boa olhada. Não se acanhem. Vamos lá, o que lembra? Não mintam, papai do céu não gosta!

Difícil? Deixa eu dar uma ajudinha….

Parecido, né? Agora, reparem na pose dos caras aí de cima. Agora… deêm uma olhada na pose de Tsebayoh, com um Cybercop, lado a lado:

Sério, chega a ser constrangedor. Até a pose é igual.

Então, em menos de dois minutos de vídeo, já temos: música de fundo de Star Wars, Nazguls do Senhor dos Anéis, e o protótipo cor de banana dos Cybercops. Mais uma vez, eu pergunto, compraram os direitos de uso? Ou foram jogando tudo o que vinha na cabeça e parecia ‘super-legal’?

Quando me meti a fazer roteiros de histórias em quadrinhos e mangás, volta e meia trocava material com outros autores. Com o tempo, não foi difícil perceber que poucos entendiam a diferença entre ‘inspirar-se’ em algo e ‘plagiar’ algo. OU: Não há problemas em criar um mangá de artes marciais – o problema é resolver criar um mangá de artes marciais que envolve um garoto com rabo de macaco com poderes acima do normal, que descobre ser na verdade um alienígena, e achar que ninguém vai perceber que é plágio. E parece que foi esse o caminho que os produtores de Tsebayoh resolveram seguir.

O que torna isso tudo ainda pior é a origem da série: um grupo católico. Não deveriam ser eles a… sei lá, dar o exemplo de ética para nós?

Katana de verdade segura até tiro de metralhadora!

Por , 11 de setembro de 2007 9:28

O primeiro vídeo eu já conhecia desde 2005, mostrando uma katana cortando uma bala de pistola ao meio, o que me impressionou demais na época.

Só que dessa vez resolveram partir pra ignorância, e botaram uma katana contra uma metralhadora .50. O resultado? A katana aguenta e corta uns seis balaços, antes de quebrar de vez.

Não sei quanto a vocês, mas eu já sei o que pretendo usar numa eventual guerra. Além de serem cool, o efeito moral de ver uma bala sendo cortada ao meio é mais do que o suficiente para me dar vantagem sobre qualqeur “rambóide” metido a besta….

Fonte: Gizmodo

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