Por , 29 de março de 2003 3:25
O especial de número 4 de Holy Avenger chega ás bancas, trazendo a origem de Tork, o troglodita anão e pai adotivo de Lisandra. No que se refere a roteiro, a história funciona, mas é muito prejudicada pelo tom, digamos, professoral. É como se alguém perguntasse “Por que o Tork é anão?”, “Por que ele aprendeu hábitos humanos?”, “Por que ele é boca suja?” e o roteiro fosse respondendo essas perguntas umas após as outras. Muito claro, funcional quando se trata de uma origem, mas prejudica o ritmo da história, além do que acrescenta poucos dados ao que já se sabia da origem de Tork, além de entrar em conflito com pelo menos um flashback mostrado durante a série e citações esparsas sobre o confronto entre Deenar ( vilão que originou a arma do troglodita ) e Tork.
Agora a arte … Tudo de bom que se pode dizer dela acaba na excelente capa, que se lhe fizer lembrar de uma outra série sobre a origem de um outro nanico não seria mera coincidência. Eduardo Francisco abusou demais do aspecto caricatura de seu traço, e, definitivamente, não é desenhista para trabalhar sem cor. Prá piorar, algumas sequências ficaram muito truncadas, o que prejudica ainda mais a narrativa. No fim das contas, a edição faz o que se propôs, mas nada além disso. É o preço justo e exato de seus dois reais e cinquenta centavos, embora com apenas um tiquinho mais de zelo pudesse valer fácil fácil o dobro disso.
Marcus Winicius, me diz, por que que o céu é azul?
Por , 23 de março de 2003 23:30
Continuando a luta a bordo do Baratie, surge Pearl, mais um pirata de Don Creek, que entrará fácil na categoria de personagens mais bizarros da série. E Sanji acaba sendo obrigado a desistir da luta, quando Zeff acaba sendo usado como refém. De quebra, o inicio de um longo flashback que pretende contar a origem de Sanji e Zeff.
One Piece traz nessa edição mais um pouco das já famosas lutas entre os piratas bizarros e malucos criados por Eiichiro Oda. Não é díficil entender o sucesso que essa série vem fazendo no Japão, ao analisarmos a ação e os personagens cativantes. Para quem, como eu, achava que a série poderia acabar se tornando repetitiva logo após a saga de Usopp, é muito bom ver uma edição como essa.
Uma ótima opção para os fãs de pancadaria. Como bônus, as mini-histórias do bando de Buggy são bem engraçadas. E, como curiosidade, essa edição só traz UMA página para seção de cartas, e mais uma do expediente, sem nenhum comentário extra ou apresentação de personagens, como é comum. Não cheguei a contar o número de páginas da revista, mas acho que a Conrad teve que dar uma boa “socada” nas histórias desse “meio volume do original” para que coubesse tudo na revista.
Por , 23 de março de 2003 23:13
Nessa edição, temos duas da lutas que eu mais gostei na versão anime: a luta entre Kuwabara e Byakko e entre Hiei e Seiryuu. E, embora as lutas no mangá sejam bem mais rápidas do que na versão anime, a coragem de Kwuabara frente a um inimigo mais forte e a frieza de Hiei permanecem as mesmas.
Pena que o mesmo tenha que ser dito sobre a arte, que, embora tenha melhorado bastante, continua bem fraca. Destaque para a capa, com uma arte belíssima.
Por , 21 de março de 2003 2:25
“Como seria o Kenshin sem todo aquele senso de justiça?” “E se o Kenshin não tivesse essa coisa de não matar” “Como é que seria o Kenshin sem frescura?”
Se você já se perguntou isso, suas respostas estão no número 40 de Samurai X, de uma maneira muito mais completa do que a mostrada na primeira série de OVA’s de Kenshin, e de uma maneira muito mais fiel ao conceito do personagem e dá série de mangá. Bela, emocionante e violenta, é até difícil relacionar o Kenshin dessa edição com o que normalmente vemos ao longo de todo esse tempo no mangá. Mas acredite, é ele mesmo. E a razão para essa transformação ficará evidente já já, como já sabem aqueles que viram o OVA … Imperdível para os fãs de Kenshin, e mais uma lição de que uma história cheia de combates não precisa ser idiota ( basta comparar a privação de sentidos a que Kenshin é submetido nessa série e a que vemos em Cavaleiros do Zodíaco ).
Marcus Winicius, somos soldados, pedindo esmolas ( nada a ver com a resenha, tudo a ver com vocês sabem o quê )
Por , 16 de março de 2003 23:01
Ikki descobre toda a verdade sobre Kan… digo, Canon (nossa, essa ficou horrível…), e Shina é a primeira a se encontrar com Poseidon, sendo seguida por um já quase morto Seiya e pelos não menos baqueados Shiryu e Hyoga. E Andrômeda tem uma luta dificil contra Sorento, sem qualquer ajuda dos demais.
A história dá uma melhorada significativa nessa edição. Já disse isso antes, mas sempre é bom ver Andrômeda mostrando a que veio durante uma luta. E Masami Kurumada deve pensar o mesmo, já que não economiza na hora de mostrar o quão forte é o “Cavaleiro de Rosa-Choque”.
A arte continua a mesma, mas as lutas conseguem ter um mínimo de qualidade exigido para tornar a leitura agradável, e não mais do que uma obrigação.