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Saiba quem levou os prêmios do Foursquare!

Por , 29 de outubro de 2010 13:27

Uma semana se passou, vários RTs foram dados, e agora é hora de saber quem levou os sticker e bottons do Foursquare. Apenas recapitulando: As regras descritas no post eram: a) me seguir e b) twittar uma frase com um link do migre.me.

Com base nisso, agrupei todos os perfis que seguiram as regras em uma planilha (cada perfil em uma linha), e usei o random.org para gerar dois números. Ganhou quem estava na linha correspondente aos números sorteados. Assim, sem mais detalhes técnicos, vamos aos ganhadores!

Os vencedores foram @jonathaslacerda e @lentesuja. Já estou enviando um DM para vocês, para acertar a entregas do prêmios.

Aos demais, um muito obrigado pela participação e fiquem ligados, não demora muito teremos mais promoções rolando por aqui. :)

Quatro dicas para seu aplicativo social não virar uma dor de cabeça

Por , 26 de março de 2010 12:52

Dias atrás acabei tendo um pequeno embate no twitter por conta de algo besta: ao testar um sistema integrado ao twitter, percebi que esse aplicativo postou automaticamente uma mensagem no meu perfil e passou a seguir um outro perfil, sem que houvesse uma autorização clara da minha parte.

Ao reclamar de forma bem clara sobre essa postura, um dos desenvolvedores entrou em contato, e no calor do momento troquei umas quatro ou cinco mensagens mal-criadas com ele, explicando meus descontentamento. Mas, até aí, quem me seguia já sabia do problema, e provavelmente pensou duas vezes antes de também testar o serviço.

Tudo isso poderia ter sido evitado com uma postura simples: planejar o sistema para que nada fosse realizado na minha conta sem minha expressa e clara autorização. Sou extremamente sensível com sites ou programas que se conectam aos meus perfis virtuais (sejam meus blogs, twitter, ou até meu perfil no MyAnimeList) e realizam atualizações por conta própria sem minha permissão. Muitos provavelmente não veêm problema algum nisso, mas eu não sou o único que encaram quase como uma invasão.

O nascimento de plataformas sociais como twitter, orkut, facebook e outros trouxe um novo conceito na criação de aplicativos para a web: os aplicativos sociais, que utilizam o ambiente das redes sociais para tornar o desenvolvimento mais rápido e integrado. Assim, ao invés de criar todo um site e estrutura interna para criar, digamos, o Colheita Feliz, você pode desenvolver um sistema que utiliza as ferramentas do orkut (cadastro de usuário, segurança, etc.) e agilizar boa parte do desenvolvimento do sistema. Assim, ganha o desenvolvedor (que pode colocar seu sistema dentro de uma rede maior) e ganha o usuário (que possui mais opções de uso dentro da rede).

O problema é que o mal uso dessa integração pode gerar insatisfação com os usuários e até queimar totalmente o filme do desenvolvedor.

Pensando nisso (e em outras ‘mancadas’ que já vi acontecer em outros aplicativos), montei um apanhado de dicas que você, desenvolvedor solitário, empresa ou startup, deveria pensar em seguir antes de liberar seu aplicativo social para o mundo. Não encarem essas dicas como regras gravadas em pedra, mas sim a como a opinião de um desenvolvedor/sysadmin/usuário que tem alguma idéia do que está falando. :)

1 – Preocupe-se com a segurança

Regra básica que muitos esquecem: não é porque a rede social já oferece recursos de segurança que você deve esquecer de fazer a sua parte. Sessões que não se encerram, variáveis não declaradas corretamente, recebimento de dados via GET e por aí vai podem ser usados para causar qualquer coisa, desde vantagens dentro de um jogo, como tentativas de invasão e roubo de dados. Não é incomum encontrar casos de senhas e perfis roubados porque alguém usou um aplicativo social que tinha uma falha.

Algumas redes como o Twitter agora permitem autenticação via oAuth, permitindo que seu aplicativo possa se comunicar diretamente com a base de dados do twitter, evitando assim que o aplicativo precise pedir usuário e senha para funcionar corretamente. Todo aplicativo social decente deveria usar oAuth ou soluções similares que a rede social possua.

Leve isso em consideração antes de liberar seu aplicativo para o público. Não há nada pior que ser conhecido como o “cara que desenvolveu um sistema que permitiu o roubo de vários perfis do orkut”.

2 – Preocupe-se com o alto número de acessos

Algumas redes permitem que você hospede seu aplicativo em um servidor interno, outros exigem que você hospede em um servidor próprio (o mais comum). Nesse caso, parta sempre do principio de que seu aplicativo será um SUPER-HIPER-MEGA-SUCESSO e que BILHÕES DE PESSOAS estarão tentando acessá-lo simultaneamente, e se esforce em programar um algoritmo leve e dimensionar seu servidor para que ele aguente uma grande carga de acessos. Existe uma série de procedimentos que podem (devem!) ser seguidos para otimizar seu código, e isso vai variar do tipo de linguagem que você usará e em quais redes sociais o sistema será usado. Leia sempre todo o tipo de documentação e preocupe-se em usar soluções leves, simples, e que demandem poucos recursos. Vai usar um banco de dados? Estude otimização de queries.

Obviamente, nem sempre é possível estimar corretamente o número de acessos que seu aplicativo vai ter. Nesse caso, lembre-se de manter um código que tenha fácil manutenção e que lhe permita encontar e alterar o maior número possível de ‘gargalos’ na performance.

Uma idéia é você inicialmente lançar o aplicativo como um beta, fechado para um número X de usuários, e a partir daí fechar para novos cadastros. Se o serviço mostrar-se um sucesso e tiver boa receptividade, o que você tem que de fazer é correr atrás de um patrocinador ou investiro para investir em servidores mais potentes, talvez até alguns clusters ou servidores separados para aplicação/banco de dados.

Seu serviço pode ser o máximo, perfeito, revolucionário. Mas se ele não aguenta mais de 10 usuários e vive caindo, ninguém vai querer usar.

3 – Siga as regras e o bom-senso

Descobriu uma forma de fazer o usuário mandar automaticamente milhares de direct messages pelo twitter? Legal, mantenha a idéia pra você. No máximo, seu aplicativo irritará os usuários e será usado por spammers, garantindo que o acesso seja bloqueado e o aplicativo não possa mais ser usado. E provavelmente é você quem vai acabar pagando o pato.

A liberdade que algumas APIs trazem é interessante, e com um pouco de criatividade não é díficil criar algo que viole as regras da própria rede social ou careça de um pouco de bom-senso. Não é dificil lembrar do caso NoEscuro, um site de 2007 que permitia que qualquer um postasse em um perfil no twitter, de forma totalmente anônima. O resultado foram centenas de mensagens com difamações, xingamentos, palavrões e toda a sorte de bobagens que só o anonimato na internet permite criar. O site e o twitter foram tirados do ar em poucas horas.

Há uma possibilidade quase infinita de aplicativos que podem ser criados para as redes sociais, desde jogos a sistemas de controle de finanças. Mas não é porque algo é possível que ele é permitido ou bem-visto pela sociedade, e você deve levar isso em consideração antes de planejar seu aplicativo. Se voce não consegue pensar em nada que não vá importunar seus usuários, o melhor é não fazer nada.

"Como assim, me usar para praticar roubos?"

4 – Não seja intrusivo

E aqui chegamos ao ponto que me levou a publicar essas dicas: aconteça o que acontecer, jamais seja intrusivo. Jamais peça permissão do usuário sem deixar claro o motivo dessa solicitação. Jamais atualize ou faça alterações automaticamente no perfil do usuário se ele não tiver explicitamente solicitado ou autorizado isso. Existem centenas de serviços integrados ao twitter (por exemplo) que periodicamente fazem atualizações automáticas. Mas essa é uma opção do usuário. Ninguém reclama do foursquare ou do formspring ou do tumblr pelas twittadas automáticas a cada atualização: eles reclamam dos usuários que habilitaram essa opção e a deixaram ligada. E essa é uma diferença vital: o errado não é o aplicativo, é o usuário. Ele é o chato que foi lá e deixou a integração ligada.

Se você realmente prefere deixar algumas opções marcadas automaticamente, deixe isso claro para o usuário da melhor forma possível: um aviso em fonte pequena escondido no meio do layout não te isenta de responsabilidades. Use um destaque com cores ou tamanhos diferentes, explicando exatamente para o usuário o que será feito, e permita que o usuário desmarque de forma fácil essa opção.

Há outro ponto a considerar: se o seu aplicativo twitta automaticamente pelos usuários e vários usuários acabam usando a ferramenta, a rede social pode acabar considerando que o volume gigantesco de mensagens iguais sendo postadas é uma forma de spam, e bloquear o acesso do aplicativo à API.

Ao não dar opt-in automático, você se isenta de responsabilidades. Ao questionar o usuário, você evita reclamações posteriores. Lembre-se: em redes sociais, o que realmente acaba importando é o usuário, não o aplicativo. Seu aplicativo pode ser lindo, mas se os usuários o rejeitarem, ele não vai pra frente.

(colaborou @interney)

O que é o flavors.me? Como crio uma conta no flavors.me?

Por , 25 de fevereiro de 2010 11:18

No Campus Party desse ano pude fazer uma oficina sobre criação de lifestreams, e como principal ferramenta citei um site que ainda estava em versão beta fechada, o flavors.me. Um mês depois, recebo a confirmação de que o flavors saiu do beta fechado, e está liberado para qualquer um criar uma conta, além de dezenas de outras melhorias para que você possa criar seu lifestream. :)

Mas o que exatamente faz o flavors.me?

O flavors.me não é uma ferramenta de blog, não é uma rede social, não é um CMS, e não serve um cafezinho. O flavors.me na verdade é um agregador de serviços, uma página onde você pode cadastrar todas as suas contas em diversas redes sociais e sites nesse mundão véio sem porteira. Com os serviços cadastrados, o flavors se encarrega de se ‘auto-atualizar’ sempre que você atualizar algo nesses serviços.

Assim, você pode se apresentar em um único endereço. Ao invés de colocar 200 links na sua assinatura de email ou no seu cartão profissional, você pode simplesmente usar um único endereço do flavors.me, e garantir que o visitante conheça todo seu perfil online em pouquíssimos clicks, com o mínimo de loading.

Como o site ainda está somente em inglês (e o visual no começo não é tão intuitivo assim) montei um pequeno ‘how-to’ mostrando como criar e configurar sua conta no flavors.me. Acompanhem abaixo como fazer para ter seu próprio lifestream em poucos minutos:

Começando do comecinho

Acesse o endereço http://www.flavors.me e clique em Get Started. Na próxima tela, digite um email válido, seu nome de usuário e uma senha. O nome de usuário será usado na URL, então vê se você não usa algo como “lindinha99” ou algo assim.

E é isso. Simples assim, sem complicação ou coré-coré. Você já tem um perfil no flavors.me. :)

Configurações Iniciais

Tecnicamente, você já tem uma conta criada, mas sua ‘página’ está em branco, sem qualquer texto ou configuração. É hora de começar a criar seu perfil, do zero mesmo. No menu flutuante, clique em “about”. Aqui, você cria um “sobre” do seu perfil, o texto que vai aparecer logo que a pessoa entrar na página. Coloque uma rápida descrição sobre você ou seu trabalho, lembrando que você pode usar negrito, itálico, e links, no formato HTML padrão. Perceba que o flavors salva automaticamente enquanto você digita, e mostra na tela as alterações.

Pronto, a página inicial você já tem. Agora vem a parte de configurar os serviços que você quer que apareçam no flavors. Clique em “services”. De cara você vai perceber que alguns serviços já estão disponíveis, como o Flickr, o Twitter, o Tumblr, e outros. Ao clicar nesses botões e preencher alguns dados do seu perfil, o cadastro estará realizado. Normalmente, isso não requer mais do que três cliques.

“Mas e se eu quiser adicionar um serviço que não esteja disponível nessa lista?” – Se o serviço em questão entrega os dados no formato RSS, você só precisa copiar o endereço RSS, clicar no botão “RSS” e colar o endereço lá. Se não houver qualquer erro no endereço que você colou, o serviço será adicionado automagicamente. Não há limite para os sites e redes sociais que você pode incluir, perceba que no meu flavors existem os mais diferentes sites cadastrados (e pretendo ir cadastrando cada vez mais. :D )

Deixando tudo bonito

Na moral, seu flavors tá feio. É hora de dar um tapa no visual, colocar uma imagem de fundo, mudar a forma de navegação, e mexer com as cores. Clique em “Design”.

A primeira aba é para o layout em que serão apresentados os serviços cadastrados. “Basic” e “Widescreen” são os mais comuns e fáceis de navegar, mas você também pode usar o Accordion se quiser. Aqui você também pode definir o alinhamento do layout.

Clicando em “Background”, você escolhe uma imagem de fundo. Suba uma imagem leve e bonitona como a minha, e escolha o comportamento da imagem de fundo (se ela será alongada para pegar a tela toda, se ela vai se repetir, ou se ela vai aparecer uma vez apenas). Simples.

Clicando em “Colors” você define as cores do seu flavors. Já existem vários conjuntos de cores para você usar, mas é perfeitamente possível configurar cada elemento em separado. Brinque bastante até achar a combinação que melhor lhe agrade. Fique à vontade, eu espero. :)

Por fim, clicando em “Fonts”, você define a fonte padrão do seu layout e também o tamanho para cada elemento. Mais uma vez, brinque bastante até achar a combinação que mais lhe agrade.

E fim. Você terá um lifestream configurado e já poderá agregar toda a sua vida online e mostrar para amigos, contatos e empresas interessadas. :)

Dá pra fazer mais alguma coisa com o flavors?

Dá. Ao clicar em “Settings” (no topo à direita) você irá para uma tela com várias opções para sua conta. Além de poder mudar sua senha aqui, você também pode ver um status de visitação no seu flavors, clicando em stats. Além disso, é possível usar algumas funções que só estão disponíveis se você pagar uma quantia de US$20,00 por ano. Com esse valor, você terá direito a:

- Usar um domínio próprio ao invés de http://flavors.me para seu flavors. Assim, ao invés de flavors.me/graveheart, eu poderia muito ter meu flavors em graveheart.com, por exemplo;
- Ter um formulário de contato no seu flavors;
- Ter um relatório de visitas mais preciso.

Perceba que o pagamento é puramente opcional, e só vale realmente a pena se você quer montar um site/portfolio mas não quer pagar mensalmente um servidor para hospedagem de poucos arquivos. Nesse caso, o pagamento pode ser uma boa, e sairia mais barato que a solução padrão.

Se quiser, dê uma olhada no meu flavors, e pegue umas idéias para criar seu próprio lifestream. :)

Adicionando um botão “compartilhe no GBuzz” ao seu blog

Por , 11 de fevereiro de 2010 8:35

Agora que  o Google Buzz está liberado para quase todas as contas do Gmail (e milhares de pessoas estão tentando entender o que fazer com ele), é hora de pensar em como usá-lo para gerar mais visitas para seu blog.

A idéia mais simples é criar um pequeno botão para que os visitantes possam compartilhar o post em seus GBuzz. Na verdade, ainda não existe uma API ou ferramenta oficial para compartilhar posts no GBuzz, mas dá pra fazer uma pequena gambiarra com o código normalmente usado para compartilhar algo no GReader. No WordPress, isso é extremamente simples. Primeiro, salve uma das imagens abaixo e suba para seu servidor:

Na verdade, você nem mesmo precisa usar uma imagem, pode ser um link simples. Mas imagens, você sabe, são bem mais chamativas e bonitinhas. :P

Depois de subir a imagem, abra o single.php do tema do seu blog e cole o código abaixo onde você quiser que o link para o GBuzz apareça:




Pronto, você vai ter um botãozinho para o GBuzz nos seus posts. Se você rolar a tela mais um pouco, vai ver que fiz uns pequenos ajustes e adicionei o botão ao menu “Compartilhe” que já existia. O único inconveniente dessa solução é que para isso funcionar o visitante deve ter o Greader habilitado no Gbuzz, mas isso é coisa que provavelmente a maioria das pessoas já faz. :)

Programação Campus Party: Oficina de LifeStream

Por , 26 de janeiro de 2010 8:14

Aos que estão no Campus Party(ou possuem acesso de qualidade à internet): hoje ao meio-dia farei uma oficina na área Campus Blog, com o tema: LifeStreams – Mantendo sua vida online organizada.

O que são LifeStreams? O que eles comem? Como se reproduzem? Podem viver em cativeiro? Estão ameaçados de extinção?

É o que você saberá no Globo Repórter dessa noite na Oficina que estarei ministrando. Anotem em suas agendas Hoje, Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010), procurem transmissões ao vivo pela internet, e comentem! :)

Update: Pra quem quiser, a apresentação está aqui:

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