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Exemplo a ser seguido: Dono de restaurante troca comida por trabalho

Por , 10 de junho de 2009 13:09

?äã?è??@uéL?q?Ì?¤«v?X?·@m?Ð?ƁnNo meio de tantas notícias ruins que jornais e programas de baixo nível insistem em explorar, é sempre bom ver que a humanidade ainda tem salvação (mesmo que estejamos falando de uma parcela minúscula). E a história de Sadahiro Inoue, embora dificilmente ocupe o mesmo tempo na mídia que as tragédias do dia-a-dia, merece alguns comentários. E, talvez, um post num blog como esse.

Sadahiro é dono de um restaurante em Kyoto (Japão) que possui uma placa logo na entrada, com os dizeres:

“A todos que não podem pagar pela própria comida: comam aqui” (tradução livre)

A politica é simples: Se você se dispor a lavar pratos por meia hora, pode comer de graça. Simples assim, sem burocracia, ‘pindura’ ou coisa do tipo.

Como o local é próximo a duas universidades, o restaurante de Sadahiro é a salvação de vários estudantes perdidos com provas e trabalho, com pouco ou nenhum para um emprego, mesmo que de meio periodo. Tudo o que eles precisam fazer para se alimentar é lavar a louça do restaurante, por 30 minutinhos. O que é uma idéia genial: Sadahiro ajuda pessoas com pouco dinheiro E economiza com salários.

O motivo? Quando Sadahiro chegou em Kyoto com a mulher, passou por várias dificuldades financeiros, e por um tempo foi ajudado por um casal de velhinhos. Tocado pela bondade do casal, Sadahiro resolveu fazer algo parecido, quando finalmente conseguiu se estabilizar financeiramente e abrir um restaurante. E ele continua atendendo estudantes e outras pessoas dessa forma há 27 anos. No restaurante, é possível encontrar várias cartas e cartões de visitas de ex-estudantes agradecidos.

A história é tocante. O cidadão não fez isso como promoção ou algo do tipo, ele apenas tinha o interesse real de ajudar, assim como foi ajudado. Se formos parar para pensar, quantas pessoas você conhece que não passaram por situações parecidas (morando longe da casa dos pais, estudando, e sem dinheiro para uma refeição decente), e poderiam ter sido ajudadas se houvessem mais pessoas como Sadahiro no mundo?

Fica a dica. Fazer passeatas, campanhas em blogs/twitter e coisa e tal é interessante, mas de vez em quando você só precisa aceitar trocar meia hora de trabalho por comida para fazer a diferença.

Fonte: TokyoMango

Artes Marciais X Mangá, Anime e Games

Por , 27 de abril de 2009 18:24

Dias atrás, enquanto limpava meu HD para instalar o Windows 7, encontrei uma pasta com arquivos que eu julgava perdidos: vários backups e originais da época em que eu mantinha o Anime Point com a ajuda de um grande amigo. O post abaixo é um texto escrito a quatro mãos, em 2000~01, sobre artes marciais em animes e games. Como ainda não perdeu a validade (apesar da maioria dos jogos e animes já ter mais de 10 anos de idade…), e o texto é REALMENTE bom, resolvi republicar aqui, com algumas pequenas alterações. Enjoy!

Uma coisa pela qual as produções japonesas, sejam mangá e animê, não costumam primar é pelo apuro científico. Ou, melhor dizendo, pelo uso de uma coisa que alguns escritores costumam chamar de pseudo-ciência, que consiste em “explicar” através de teorias pouco conhecidas ou obscuras poderes e fenômenos fantásticos em uma história. Por exemplo, a imensa maioria dos “mechas” criados no Japão é cientificamente impossível, seja por uma questão de peso, energia necessária para movimentar uma estrutura do tamanho de um prédio, armamentos mirabolantes, ou, o que é mais comum, por tudo isso junto e um pouco mais.

Turma

Ao lado: Cavaleiros do Zodíaco[bb] – Jovens japoneses canalizando uma energia universal através de técnicas marciais para proteger uma deusa grega … Dizendo assim dói, não? Além do grau normal de fidelidade da maioria das produções japonesas para com artes marciais, Cavaleiros ainda altera o nome de ki para cosmo. Exemplo perfeito de como tentar parecer novo e dispensar alguns dias de pesquisa. Já no ocidente, poderes de super-heróis são explicados como poderes vindos de mutação genética, “acidentes” com radiação ou armaduras entupidas de tecnologia. É claro que esses poderes são tão ou mais impossíveis que os “mechas” japoneses, mas é quase certo que após uma descrição das habilidades do herói, vem uma explicação de como elas funcionam, usando elementos de pseudo-ciência, como por exemplo “minhas mitocôndrias absorvem energia solar e a acumulam permitindo que eu dispare rajadas de energia“, ou, “atravesso paredes alterando minha densidade“, ou ainda “a eletricidade estática é que me faz grudar nas paredes“. Por mais furada e estapafúrdia que seja a teoria, não são raras as vezes em que tal artifício acaba gerando interesse na ciência real. Não são raros os fãs de quadrinhos e desenhos americanos que já sonharam em se tornarem cientistas por exemplo. Poucos levam essa idéia a diante, é verdade, mas esse interesse gerado pela pseudo-ciência não é a única contribuição dela. Algumas vezes as idéias inicialmente absurdas dela são revistas anos depois com mais tecnologia disponível para realizá-la, e um dos maiores exemplos disso é o famoso relógio de comunicação que o detetive Dick Tracy usava nos anos trinta, coisa que volta e meia empresas tentam tornar prática. A atitude dos autores japoneses de desprezar a pseudo-ciência pode até ter alguma lógica no que se refere a ficção científica. Afinal de contas, para que perder tempo tentando explicar o inexplicável, e não apelar simplesmente à fantasia e à imaginação? O problema é quando essa atitude de fantasiar tudo sem uma pesquisa mais séria transborda para outros gêneros, como os mangás e animês de luta por exemplo. E isso não é apenas uma demonstração de preguiça ao não se pesquisar fundamentos e filosofias das artes marciais. É perigoso à medida em que dá uma noção errada e distorcida de como são e estão as artes marciais hoje. Em geral, as motivações dos personagens desse gênero de histórias se resumem a apenas angariar mais e mais poder para derrotar o maior número possível de inimigos em menos tempo, o que não corresponde ao objetivo principal das principais artes marciais hoje. Aliás, o que nunca foi o objetivo de arte marcial nenhuma.

Origens das Artes Marciais

sfa3-142331 Ao lado: Ryu, principal personagem da série Street Fighter[bb] aplica um golpe na lutadora Rainbow Mika. Ok, tá certo que liberdades podem e algumas vezes devem ser tomadas em nome da diversão, mas existem limites. Ryu é mostrado como um mestre em sua arte, o Karatê Shotokan, um praticante introspectivo e que deseja refinar e melhorar suas habilidades de combate ao máximo. E é ai que está o problema – ele é apenas isso, alguém que esta em seu máximo fisicamente e ainda quer mais poder, acumulado através de repetidos combates. Tudo o mais que compõe a prática de uma arte marcial é posto de lado. Isso sem falar que o gancho, ou uppercut, é um golpe que não existe nesse estilo de Karatê …

Para entender o que se está tentando dizer, basta analisar as lendas que cercam as origens das artes marciais. O Kung-Fu[bb], por exemplo, teria se originado de uma viagem de um monge budista indiano à China, Bodhidharma. Bodhidharma teria feito uma peregrinação ao Templo Shaolin da província chinesa de Honan, e ali se hospedado. Ao perceber que seus anfitriões estavam fracos e sem muita saúde física devido ao enorme tempo que gastavam em meditação, o monge resolveu ensinar-lhes técnicas de combate de uma casta de guerreiros indianos chamada Kshatriya, para lhes dar algum condicionamento físico. A partir dai, esses monges iriam aperfeiçoar o que haviam aprendido com Bodhidharma por séculos, desenvolvendo o que hoje conhecemos como Kung-Fu, através da observação do movimento de animais e da filosofia budista. A viagem de Bodhidharma teria dado origem à outras duas artes marciais. O Kung-Fu acabaria influenciando nativos da ilha japonesa de Okinawa, que acabaram por desenvolver o Karatê como forma de auto defesa. Tendo origem em pleno Japão Feudal, em uma época em que portar espadas era proibido a quem não fosse samurai, o Karate era uma forma dos habitantes de Okinawa se defenderem com as mãos limpas ou com instrumentos de trabalho rural que poderiam ser usados como armas simples, como pequenas foices e bastões. Ao mesmo tempo que em Okinawa se desenvolvia o Karatê, a região que hoje constitui as Coréias do Norte e do Sul se encontrava dividida em três reinos em constante guerra. Através de influências de praticantes de Kung-Fu chineses, um grupo de aristocratas e militares de um dos reinos criou um grupo de guerreiros que se chamou Hwa-Rang-Do. Estudiosos de diversas formas de combate, como esgrima e arco e flecha, os Hwarang, como ficaram mais conhecidos, também desenvolveram técnicas de combate desarmado chamadas Tae-Kyon, que dariam origem posteriormente ao Tae Kwon Do moderno. Graças aos esforços dos Hwarang, a Coréia foi finalmente unificada. O lema dos Hwarang talvez seja uma das melhores formas de entender o que realmente significa praticar artes marciais. Seu lema era “Obediência ao rei, respeito aos pais, lealdade para com os amigos, nunca recue ante o inimigo, somente matar quando não houver alternativa“. Mais do que instrumentos de combate que visem adquirir a supremacia em um combate, artes marciais são uma filosofia de vida, um método de crescimento físico e espiritual, criado com objetivos muito diferentes do que subjugar um oponente e conseguir poder pura e simplesmente. Até em artes marciais de origens mais recentes, como o Judô e o Aikidô esse princípio é bem visível. O Judô é mundialmente reconhecido como esporte, e, desde sua fundação pelo Professor Jigoro Kano no fim do século passado, ele se preocupa em conciliar o treinamento físico com o crescimento mental do participante, enquanto que o Aikidô, criado por Morihei Ueshiba no início do século XX a partir da arte samurai conhecida como Daito-Ryu Aikijujutsu, tem na auto-defesa sua maior arma, sendo constituído em grande parte por técnicas de desarme, bloqueio e esquiva.

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Em saudosa memória, Geocities

Por , 24 de abril de 2009 13:54

supergirl-deathLembro ainda hoje o dia em que criei meu primeiro website – Era 1997, minha irmã tinha criado uma conta pra se conectar na internet (tudo vinha em um disquete, vejam só), e eu resolvi que teria uma homepage.

Depois de ler uma matéria na Info Exame mostrando como criar um ‘Website MATADOR em cinco minutos” mostrava lá: Geocities era o melhor dos hostings gratuitos testados, apesar da URL gerada ser bizarra. Na época, todos os sites no Geocities pareciam com endereços: era algo com estados, cidades, ruas, números e tal. Bizarro. Mas mesmo assim, fui lá e criei. Cara, eu tinha UMA HOMEPAGE!

Abri meu Frontpage Express e comecei a bolar a página. Um frame do lado esquerdo, mostrando o menu, e o conteúdo do lado direito. Cada página com um layout diferente, mas até aí era normal na época. Em termos de conteúdo, era mais ou menos o que esse blog é hoje: uma bagunça – tinha uma seção de anime, quadrinhos, séries de TV, informática, e… poemas. Sim, eu fazia essas paradas, coisa e tal.

Na escola, eu era o cara. Pô, eu tinha uma HOMEPAGE, cara! Não funcionou pra pegar mulher, mas serviu para me dar alguma moral. Tá certo, eu tinha que andar com a URL anotada numa folha de papel, mas era legal mostrar pros amigos e parentes.

O resto, apelando para clichês, é história: do Geocities para um domínio próprio rodando Php-Nuke, para o blogspot, para largar tudo depois, para voltar nesse blog que vocês estão lendo. Ou seja: tudo começou lá, no Geocities. Era um serviço tosco, simples de tudo, rodava no máximo uns CGIs, mas para a época (final da década de 90) era um dos melhores hostings gratuitos existentes.

Engraçado como um site teve tanta importância não só na minha vida, mas na de várias pessoas. O Geocities foi o embrião não apenas para mim, mas para muitos blogueiros famosos (e outros nem tanto). E imagino que a maioria deve ter sentido a mesma tristeza e saudosismo que senti ao ver a notícia de que o Yahoo está gradativamente fechando o Geocities, com uma nota dizendo que o serviço poderá fechar até o final do ano. Triste. Sinto-me como se um velho amigo estivesse morrendo.

Não tenho nenhum backup do conteúdo que criei lá. Nem mesmo lembro o endereço. Muito menos o nome de usuário e a senha. Talvez ainda esteja tudo lá, do jeito que deixei, com os frames, o código porco que o Frontpage Express criava, e os textos que escrevi há mais de dez anos. O embrião do que eu viria me tornar, muito tempo depois. Uma pena que isso vai sumir em tão pouco tempo. Uma pena que o melhor hosting da época da “Web 0.1 beta” esteja morrendo, vítima da evolução natural da tecnologia. De supersite para criar sites MATADORES na web para elefante branco, e muito em breve para ser apenas um verbete qualquer na história da internet pré-histórica.

Vá com Deus, Geocities. Você ajudou a criar muitos dos que estão aqui hoje. E viverá sempre em nossos corações. :(

Você presta atenção em todo mundo num bar? Então por que precisa fazer o mesmo no Twitter?

Por , 31 de março de 2009 16:26

Hoje A CrisDias levantou a bola no Twitter e logo depois extendeu a discussão até o blog dele, em um daqueles posts que eu adoraria ter escrito: Se você segue 10 mil pessoas no Twitter você está enganando 10 mil pessoas. E justamente por isso, não pude deixar de dar meus dois cents sobre o assunto.

Explicando rapidamente: em algum momento alguém percebeu que, se você dissesse que é falta de educação não seguir as pessoas que te seguem no twitter, poderia perfeitamente obter mais e mais followers se começasse a seguir várias pessoas. Ou seja, se eu te sigo, você tem obrigatoriamente que me seguir de volta. Se não o fizer, é chato, feio, bobo, não entende mídias sociais, tem cara de mamão e vai tomar unfollow.

E qual a razão dessa prática? Simples: definiram que a relevância do Twitter deve ser medida pela quantidade de pessoas que te seguem. Você só é seguido por 1000 usuários? Então você é menos importante que aquele outro que é seguido por 1001. Ou coisa assim.

O que eu não consigo entender por que diabos resolveram utilizar uma métrica de relevância que pode perfeitamente ser fabricada. Se você seguiu alguém e ela te seguiu de volta, é porque ela considera que o que você escreve é interessante, ou está apenas tentando ser cortês e garantindo que você não deixe de segui-la?

Nesse segundo exemplo, qual a importância? Uau, você aparece em rankings, dá palestras, entrevistas, workshops. Mas não usa o twitter pra nada, já que é impossível acompanhar um ambiente com mais de 1000 pessoas falando ao mesmo tempo, sobre assuntos completamente diferentes.

Eu encaro o Twitter como uma roda de bar gigante, ou uma festa com milhares de pessoas. E, como exercício, tente no próximo #nob (ou qualquer coisa do tipo) escutar o que TODOS conversam. Até mesmo os que estão na mesa. Pegue até mesmo aquele casalzinho sentado ali no fundo do bar e fique ouvindo o que eles falam. Você vai perceber que é impossível, o ruído é demais e você perde o foco de qualquer assunto.

Agora, imagine se você chega pra todo mundo que está conversando e solta “Galera, estive ouvindo todos vocês, agora vocês tem a obrigação de me ouvirem falar!” – Mais alguém pensou “loser“?

É isso o que acontece quando você passa a seguir muitas pessoas no Twitter. Você não consegue mais achar o foco. O ideal, assim como no barzinho, é reunir-se em pequenos grupos, e assim poder focar no que está realmente rolando. A conversa não está muito animada, ou tem um grupinho ali do lado que parece ter uma conversa melhor? Peça licença, pegue seu copo de cerveja, e vá pra lá. Eventualmente, você acabará passando por vários grupos diferentes. Talvez até volte pro grupinho original.

“Pô, mas aí não serei o centro das atenções” – Cara, sério: se você é legal e consegue dominar um assunto interessante, as pessoas vão parar para te ouvir. Simples assim. O que deveria ditar relevância numa rede como o Twitter é a sua capacidade de atrair pessoas à sua volta pelo seu carisma, não por atalhos.

O que diferencia uma pessoa que te segue apenas para ser seguido de volta de alguém que te manda um email “Oi, te linkei no meu blog, me linka de volta aí, na camaradagem. Se não quiser, beleza, mas aí tiro o seu link de lá…”? Nada.

O que diferencia alguém que usa atalhos para obter uma certa “relevância” no Twitter de alguém que prega “Vamos todos nos linkar, assim a gente ultrapassa os que estão no topo do BlogBlogs“? Nada. Os valores foram manipulados, ponto. Qualquer um que esteja por dentro do esquema sabe que essa relevância foi manipulada.

Eu, pessoalmente, gosto de manter o número de pessoas que sigo em um número baixo, obtendo assim um twitter mais focado nos meus interesses e necessidades. E, assim como interesses mudam e amizades idem, é natural que eu deixe de seguir / passe a seguir uma certa quantidade de pessoas com frequência. Quando rola algo que realmente interessa, procuro tags ou usuários no search. Precisa ser diferente? Seguir milhares de pessoas vai me tornar mais relevante? Não sei, mas tenho um certo orgulho no meu número ‘pequeno’ de leitores. São poucos, mas foram obtidos à custa de muitas twittadas legais. ;)

PS: Já temos o “melinkaqueeutelinko” e o “vamossubirnoranking“. O que mais veremos no Twitter, se isso continuar? Na opinião deste que vos fala, a evolução natural são os selos e memes. Abaixo, um exemplo das imagens que você poderá brevemente encontrar no Twitter de alguém:

selo1

selo2

Drops rápido de retorno às atividades

Por , 25 de março de 2009 12:37

Você sabe que está com sérios problemas quando precisa se explicar para os leitores sobre a falta de atualizações no blog…

Eu poderia dar milhões de explicações diferentes, mas resumidamente o que rolou foi um perrengue danado envolvendo a necessidade de me mudar, a corrida desesperada atrás de uma nova moradia e alguns freelas que demandavam urgência. Felizmente já está (quase) tudo acertado, principalmente graças à ajuda vital da minha namorada, que sacrificou várias horas de sono lendo classificados, e muita sola de sapato indo visitar apartamentos quando eu simplesmente não podia ir pessoalmente ao local. Palmas pra mulé, e pra minha irmã, que, ao estilo dos bons e velhos animes clichezentos, chegou na última hora possível e gritou “Moero! GuraveHaato-chan!”, permitindo que eu conseguisse vencer a etapa final da burocracia locatária. :D

E, voltando à programação normal… mini posts que ficaram parados pela falta de tempo, e que perderam o direito de virar posts de verdade:

- Dia 30/03 é o dia de estar falando como operador de telemarketing, dia criado no ano passado para estar rindo dos vícios de linguagem (e atendimento) dos serviços de telemarketing. Estejam participando, é de graça e vocês ainda terão direito a muitas risadas durante um período de seis meses, sem qualquer custo adicional! :P

- Sim, o Twitter saiu na capa da Época, e o #mimimi já começou, milhares de usuários preocupadíssimos de que o serviço “deles” virará um novo Orkut. Notícia procês: Twitter != Orkut. No Orkut você não pode escolher facilmente o que lê ou recebe. No twitter, você escolhe o que quer ver. E, se alguém te incomoda, é só bloquear. “Ah, mas serão MILHÕES de usuários utilizando O MEU SISTEMA e fazendo o Twitter baleiar! Isso NÃO PODE acontecer!” – Na boa? Acordem! Para um serviço do porte do Twitter, que está aos poucos mudando a forma de se informar (e de se manter informado) na internet, é obrigação deles garantir que o sistema funcione, mesmo que a base de usuários aumente em alguns milhares de usuários. Deixem de ser elitistas, faz favor. :)

- Ainda sobre a popularização do Twitter: O FoxTrot fez uma tirinha mágica sobre as vantagens de ter uma mãe que usa o twitter. Obrigatório.

- Falando em imagens, encontrei essas duas pequenas pérolas sobre Calvin & Haroldo que me achou a atenção. Poéticas ao extremo:

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Infelizmente desconheço o autor das duas imagens. Se alguém souber, fico agradecido. :)

- Ainda sobre nostalgia, semanas atrás realizei um antigo sonho e consegui migrar parte do meu antigo (mesmo, coisa de 2002, 2003) site sobre mangás, o AnimePoint. Infelizmente, o backup que encontrei não continha todos os textos, mas foi uma felicidade poder recuperar essas informações que tanto me deram relevância na meritocracia informal do mercado editorial brasileiro anos atrás. Você pode conferir os posts na categoria AnimePoint. :)

- Aproveitei uns cinco minutos vagos na semana passada e criei o Instant Alborghetti – Ainda está alfa, mas vale a pena mandar pros amigos chatos ou acessar quando te mandam uma tarefa em cima do prazo final…

- A minha oficina no Campus Party foi boa, pude falar para várias pessoas, tanto entusiastas quanto empresários sobre as melhores ferramentas para criar blogs, e como administrá-los. Apesar do tempo corrido (1 hora é muito pouco para REALMENTE falar de boas ferramentas para blogs) a oficina foi bem elogiada, apesar da minha timidez e nervosismos gritantes. Para quem perdeu a oficina (e um amigo), a apresentação pode ser vista no SlideShare:

- Com a crise, os gastos com a mudança e o aumento na minha relevância blablabla, resolvi abraçar meu lado capitalista safado sem-vergonha anti-ético de vez, e começar a usar não uma, mas DUAS lojas virtuais: A boo-shop e a lojinha do Graveheart, montada a partir do script do Secundum.

- Hajime no Ippo – New Challenger tá melhor que a vida. Ponto.

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