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Na Paulista

Por , 18 de fevereiro de 2009 12:19

Final de tarde, resolvo dar um pulo na Av. Paulista, ver um apartamento e procurar outros.

  • Logo no começo, um senhor parece passar mal. Deita no chão e aperta o peito. Poucos param pra ajudar; Alguns, param pra ver. A maioria passa reto, como se nada estivesse acontecendo. Alguém liga pra emergência, outro alguém de uma loja vai ajudar. Eu vejo que não tenho mais o fazer lá, e continuo andando;
  • Mais um pouco, perto do Trianon, várias pessoas querendo atravessar uma rua, de ambos os lados. O sinal abre, e um executivo ao meu lado esbarra em um rapaz humilde que levava nas mãos uma bola de futebol e chuteiras. O esbarrão é forte o suficiente para derrubar tudo o que o rapaz carregava, mas o executivo nem mesmo olha para trás, ou pede desculpas. Deixa a impressão de que para ele aquele rapaz era um inseto, insignificante. Talvez seja;
  • Ando mais, e próximo da entrada do Trianon-Masp dois garotos de bicicleta quase atropelam um senhor de prováveis oitenta anos, empurrando-o e parando na esquina, já que o semáforo estava fechada. Enquanto o semáforo não abre, o senhor alcança os garotos, e vai tirar satisfações, dando um tapa nas costas de um deles. O garoto grita que está sendo agredido, empurra o senhor com tudo, e quando eu resolvo intervir, o sinal abre e eles saem correndo, rindo. Novamente, poucos ajudaram, muitos ficaram olhando, a maioria seguiu reta, sem olhar para os lados;
  • Faço minhas buscas. No final, cansado, paro em frente ao novo Stand Center e peço um sorvete. Do meu lado, uma senhora vendendo dvds piratas fala para o filho de aparentes 10 anos que está indo embora, e pede para ele não deixar ninguém roubar nada. Pouco antes de entrar nas escadarias para o metrô, ela ainda grita “E se a polícia vier, pega tudo aí e corre!”. Não me lembro de ter ouvido um “toma cuidado, mamãe te ama”, ou coisa que o valha;

São Paulo é assim, tem essa incrível capacidade de pegar as pessoas, transformá-las em seres sem qualquer consciência do que acontece em volta delas. O próximo não importa, importa se eu consigo chegar em casa antes do jornal. Importa se consigo pegar o ônibus vazio. Pra quem é de fora, é estranho esse sentimento paulistano de não se importar com o coletivo.

Voltei para casa com o cérebro no automático. Só consegui pensar em escrever esse estranho relato, e logo depois tentar descansar, para que as visões que eu tive em um mero final de tarde não ficassem para sempre presas na minha memória.

É dificil terminar um post-desabafo como esse sem a citação nerd-obscura obrigatória em todos os meus posts. Mas depois de pensar bastante, só consegui chegar a uma citação: Xehanort venceu.  :(

4 coisas que Kenshin Himura me ensinou

Por , 6 de janeiro de 2009 15:02

Homem racional que sou, nunca fui de acreditar em questões espirituais ou religiosas, muito embora acabe por vezes impressionado com certas ‘coincidências’ que ocorrem na minha vida. Uma dessas é quase sempre ler um mangá, assistir um filme, ouvir uma música ou qualquer outra coisa que resolvi ver sem qualquer aviso prévio do que viria, e descobrir que alguma parte da história ou música é EXATAMENTE o que eu precisava ver, quase como uma resposta vinda de algum lugar, direto para mim.

Um desses momentos é justamente uma edição do mangá Rurouni Kenshin[bb], já quase no final da série, que acabei lendo em um momento pessoal complicado. E, como já disse, tudo o que estava lá era o que eu precisava  no momento. Coincidência ou não, relembrando hoje é incrível como aquelas poucas páginas me tocaram e mudaram muito do que poderia ter sido da minha vida.

E é justamente a descrição desses momentos, assim como o que aprendi com os mesmos, que compartilho com vocês agora. Segurei esse texto por muito tempo, por achá-lo pessoal demais, ‘viajado’ demais, e até mesmo um tanto quanto ‘bobo’ (“uau! você tirou lições de moral de uma história em quadrinhos?â€). Mas no final das contas aproveitei que estamos em clima de final de ano, época de parar para avaliar nossas vidas, para publicar esse texto. Talvez, faça alguma diferença para alguém. Assim como fez para mim…

Antes de mais nada, vamos situar os personagens (e você sempre pode saber mais sobre Rurouni Kenshin na santa Wikipedia):

ATENÇÃO: SPOILERS DAQUI EM DIANTE.

- Kenshin: personagem principal da série, um samurai que depois de lutar na revolução Meiji jurou nunca mais matar. O mote principal da série é justamente seu passado, e como esse juramento afeta sua vida; Nesse capítulo ele está em meio a uma crise de depressão: depois de (supostamente) não conseguir salvar a vida da mulher que amava (a segunda mulher que amava), Kenshin desiste da vida, sela a espada e vai viver no vilarejo dos Párias, um local onde vivem os excluídos da sociedade. Todos tentam de alguma forma tirá-lo de lá, mas tudo o que ele diz a todos é “Já chega…â€

- Yahiko: Garoto orfão, filho de samurais, é ‘adotado’ por Kenshin e Kaoru, e começa a treinar o estilo Kamiya Kassin. No começo dessa saga ele percebe que é incapaz de acompanhar Kenshin e Sanosuke nas lutas, ficando sempre atrás deles. Decide então tornar-se um mestre no estilo Kassin, desejando um dia estar lado a lado com seus amigos, e não atrás, vendo apenas as costas deles. Nesse capítulo, ele resolve que deve proteger as pessoas, assim como Kenshin fazia, até que o mesmo consiga sair da depressão.

- Kujiranami: Um ex-samurai gigante que possui um ódio mortal contra Kenshin – No passado, ele teve o braço decepado pelo herói, que preferiu não matá-lo. Kujiranami considerou que Kenshin não matá-lo era uma humilhação acima de qualquer possível, e passou a viver em torno de uma vingança. Nesse capítulo, Kujiranami escapa da prisão, rouba um lançador de granadas que pode ser acoplado ao braço, e sai destruindo toda a cidade, atrás de Kenshin.

- Tsubame: uma garota que faz o papel de interesse romântico do Yahiko. Tem pouca importância na história, mas nesse capítulo possui um papel especial.

A história até o momento: Kenshin virou emo, Sanosuke foi resolver umas pendências de família, e todo o resto do grupo foi investigar o paradeiro de Enishi, vilão que causou todos os problemas a Kenshin nessa saga. Enquanto isso, Kujiranami foge da prisão, e começa a destruir geral com um lançador de granadas acoplado no braço. E o único que pode detê-lo é Yahiko.

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Jogos não lhe fazem chorar?

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Por , 17 de dezembro de 2008 13:49

xenogears-sig-2.jpg

Dias atrás, me deparei com um texto interessante, que tratava de um assunto que já discuti muito: A Game Has Never Made you Cry (ou: Um jogo nunca fez você chorar). No texto, resumidamente, o autor sustenta que o que faz um jogador chorar são os recursos narrativos extra-jogo, e não o jogo em si. Ou seja: se ‘jogo’ pode ser definido como o sistema (pontuação, elementos na tela, objetivos, etc.), recursos como história, personagens, e ambientação não são parte do que podemos chamar de ‘jogo’,  portanto o ‘jogo’ em si não é o que faz as pessoas chorarem. Como exemplo, o autor cita o Wii Music, um ‘jogo’ que não possui um objetivo explicito (a não ser diversão), e também coloca que boa parte das cenas que os gamers citam como ‘emocionantes’ vem das cutscenes, e não do ambiente de jogo em si.

Ou seja: você chora quando a Aerith morre, não quando está no meio de uma batalha aleatória, ou montando matérias. E essas cenas são recursos extra-jogos. Logo, ‘jogos’ como sistemas não fazem chorar. Recursos dramáticos fazem.

Hmm….. discordo em alguns pontos.

final-fantasy4O sistema de jogo pode não levar um jogador a chorar, fato. Mas o jogo não é apenas o ‘sistema’. É um conjunto de informações e mídias (som, gráficos, história, cutscenes, personagens, diálogos, etc.) que somados, formam um todo maior. E é esse todo maior que, se bem trabalhado, pode levar um jogador às lágrimas.

Primeiro: games são umas das poucas formas de mídia que garantem algo próximo de uma imersão total na história. Se eu leio um livro, preciso montar mentalmente as cenas, personagens, efeitos sonoros e tudo o mais, e não me sinto verdadeiramente como parte da história. Se eu leio uma história em quadrinhos,  a situação é praticamente a mesma com a diferença de que agora consigo enxergar os personagens, ver o que fazem, etc. – mas ainda não garantem que eu vá simpatizar com os personagens e eventos a ponto de chorar, já que ainda estou como um terceiro na história, um voyeur dos eventos (os mangás e suas speedlines dão um passo além disso, mas ainda não é o suficiente). Filmes e séries são os que chegam mais próximos dos games, por possuirem ambientação, trilha sonora, atuações, história e etc. – mas a não ser que o filme seja realmente MUITO BOM,  ainda somos meros telespectadores. Não  participamos efetivamente do que ocorre na tela.

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Top 10 pessoas para deixar de seguir no Twitter

Por , 4 de dezembro de 2008 12:52

(Aviso: A idéia original é do blog do Shannon Whitley, o que vou fazer a seguir é adaptar alguns itens para o cenário brasileiro.)

É realmente difícil citar as 10 pessoas mais passíveis de não serem seguidas no Twitter (já que citar nomes e eventos reais vai acabar gerando discussão), portanto vou basear toda minha lista em ‘arquétipos’ comuns, que podem facilmente ser encontradas no Twitter. Se você sentir ofendido, foi mal, mas a carapuça serviu. :P

1) O auto-vendedor: Está sempre tentando se auto-promover. Se quase todo tweet de alguém for uma referência a um post no próprio blog, ou tiver um link para um post, você está seguindo o auto-vendedor.

vendascombr: New Blog Post: Grande promoção de notebooks! http://tinyurl.com/6dr75t

vendascombr: New Blog Post: Me ajudem a ganhar um notebook! http://tinyurl.com/6dr75t

vendascombr: @outrocara Meu, seu computador quebrou? Já pensou em como seria legar ganhar um notebook? http://tinyurl.com/6dr75t

2) O muito conciso – Esse tipo de cara não é de todo mal, mas… Ele manda MILHÕES de links por dia, todos sem qualquer descrição que diga para onde leva. Quer dizer, a não ser que você leia “Genial: http://tinyurl.com/6dr75t†ou “Concordo: http://tinyurl.com/6dr75t†e já saiba exatamente do que o link se trata, é quase impossível não se irritar com a avalanche de links que não te interessam no final das constas. Tipo, custa escrever “informações sobre tal coisa: http://tinyurl.com/6dr75t� Gente assim faz o dedo coçar no botão de unfollow

dpastor: Fantástico: http://tinyurl.com/6dr75t

dpastor: Emocionante: http://tinyurl.com/6dr75t

dpastor: @joaoninguem http://tinyurl.com/6dr75t

3) Maluco desinibido – Esse não tem o menor pudor para escrever qualquer coisa que venha à cabeça, seja um pensamento sobre catarro (na hora do almoço) ou uma descrição detalhada sobre como ele pretende matar todos no escritório. Deixe de seguir, ou você terá sérios problemas no futuro…

Zezeh: Hmm… imagino quantas calorias há nessa catota que tirei do nariz…

Zezeh: Tava no banheiro, e pensando na vida… Nunca vi tanta m… junta.

Zezeh: Fico imaginando como ficaria a secretária enforcada nas próprias tripas…

4) Chato sem causa – Na verdade, o chato sem causa sempre tem uma causa. Cada dia, uma diferente. Pode ser contra as grandes corporações, ou contra a política, ou contra o que for legal no momento. O melhor que você faz é não falar sobre comer carne, ou dirigir, ou qualquer outra coisa que possa gerar um discussão quando o chato sem causa estiver online e sem nada para protestar.

Jabari: Indo para a Av. Paulista. Parece que vai ter uma passeata, ou um protesto. Ainda não sei direito.

Jabari: @estudante Como assim você fez a prova com caneta azul? Você não sabia que preto absorve melhor a luz e é mais eco-eficiente?

Jabari: @usuario Seu micro trava tanto por culpa dessa porcaria do Windows.

5) O Professor – o Professor é aquele intelectual que gosta de demonstrar sua sabedoria para seus seguidores. Ele se esforça até o limite para mostrar como sua visão de mundo é a ‘correta’, e não sempre tenta deixar um comentário sarcástico em uma discussão

marromeno: @estudiosa Ora, sua teoria é falha, já que todos sabem que E=mc² não pode ser provado sem um teste de campo.

marromeno: @estudiosa Sim, claro, ignoremos o que dizem os estudiosos. Eles estão sempre errados. ;)

6) Troll – O Troll é a espécie mais antiga da internet, e SEMPRE vai querer começar uma discussão. Ele te segue e você postou uma opinião? Prepare-se para discutir durante HORAS com o Troll. Sempre que possível, evite discutir com um troll, já que é impossível ele admitir que está errado, ou no mínimo que está sendo inconveniente. Uma digivolução do Troll é quando ele se torna famoso (justamente pode ser chato o suficiente para obter muitos replies) e faz o possível para fazer comentário polêmicos para fazer barulho.

Garboso: Vou doar nada não. Quero mais que morram, aqueles infelizes.

Garboso: @pobrecoitado Você é um idiota, por achar que está com a razão. Aquele ranking está furado, ponto.

Garboso: @pobrecoitado É? Foda-se sua opinião! Você não é relevante!

7) Ideólogo – O ideólogo não está exatamente no twitter para discutir alguma coisa. Ele já tem a cabeça feita, não vai mudar de idéia, e está disposto a mandar CENTENAS de links para provar seu ponto de vista. O ideólogo normalmente odeio algo ao extremo, e provavelmente vai te odiar também.

JãoMST: Rá! Toma essa, Apple não está nem aí para seus consumidores: http://tinyurl.com/6dr75t

JãoMST: @nickelback Pois é, você e esses ‘apple-lovers’ não enxergam a realidade.

JãoMST: Como tem ‘apple-lover’ cego nesse Twitter, meu deus…

8 ) Esportista – OK, uma coisa é gostar de esportes, outra é usar o Twitter como ferramenta de narração de jogos. Qualquer jogo. Qualquer ferramenta esportiva. Em quantidades próximas ao spam. Se você gosta de esportes, mas não é fanático por informação, passe longe do Esportista

Tricolor: GOL! #finalterceiradiv

Tricolor: E mais uma corrida emocionante!

Tricolor: Putz, dois jogos rolando ao mesmo tempo. De quais vocês querem informações?

9) Anti-social – O anti-social é um paradoxo. Ele usa as mídias sociais, como ninguém, mas ao mesmo as odeia. Ele pode ser um dos maiores usuários do Twitter, mas passa a maior parte do tempo criticando quem usa o twitter (ou qualquer outra ferramenta social na moda).

Papum: Ei, olha só que idéia legal: Que tal pegarmos o telefone e ligar pra alguém, ao invés de usar o Twitter?

Papum: Uso do Orkut aumentou em 50%, enquanto visitas em bibliotecas caíram 75%. #povoburro

10) O arroz-de-festa – Tá tendo evento? Ele está lá. Enviando uma twittada por minuto. Na verdade, é quase impossível para um ser humano normal ouvir as conversas e twittar ao mesmo tempo, mas ele consegue. E ainda usa sempre as tags, sem errar.

Garotosembrio: As mídias sociais fazem a diferença, diz John Doe. #eventoqualquer

Garotosembrio: John Doe entrando no palco. #eventoqualquer

Garotosembrio: No evento, fazendo inscrição para as palestras. #eventoqualquer

E pra vocês? Quais são os tipinhos do Twitter que você deixaria de seguir sem pensar?

Top 10 – cenas mais animais dos animes disponíveis no Youtube

Por , 15 de outubro de 2008 17:33

Taí um post que estava na minha lista de tarefas a MUITO tempo, mas nunca tive condições de terminar, pelo menos até agora: Quais são, na minha não tão humilde opinião, as 10 cenas mais F0D4S dos animes? Depois de semanas montando uma lista que evitasse os medalhões óbvios, e de caçar as cenas no Youtube, consegui encontrar os momentos mais animais de que me lembro. Evitei pegar os medalhões, mas em alguns casos não foi possível…

ATENÇÃO: A lista pode conter SPOILERS!

10 – Ken aprende o Hadou Shoryu Ken – Street Fighter Victory

Cena: Ken está preso, depois de perder uma luta violentíssima contra o Vega, e de (provavelmente) ter sido currado pelo Bison. Ryu está preso também, sendo usado em um experimento de controle mental pelo Mr. Bison. Percebendo que a única forma de fugir é atingir uma janela no teto, e lembrando que inconscientemente ele foi capaz de acessar o mesmo poder que Ryu, Ken resolve fazer curso rápido de técnicas especiais, e gastar toda a barra de especial no golpe. Destaque para a animação, simplesmente linda!

9 – Sado e o Brazo Izquierda del Diablo – Bleach

Cena: Depois de apanhar mais do que mulher de malandro de um simples Prívaron Espada, Sado consegue liberar seu segundo poder: o braço esquerdo, totalmente voltado para o ataque. O resultado: La Muerte. E uma linda decoração de parede.

8 – Kenshin entende a essência do Hitten Mitsurugi Ryu e descobre como usar o Amakakeru Ryu no Hirameki – Rurouni Kenshin

Cena: Treinando com seu mestre para aprender a técnica suprema de seu estilo, Kenshin tem toda uma noite para entender porque não seria capaz de usar a técnica em toda plenitude. De manhã, ainda sem entender, Kenshin é ameaçado de morte e, próximo de morrer, percebe que a essência da técnica é a vontade de viver, a vontade de dar um passo à frente, não importa a dificuldade. Sim, isso é muito gay…

7 – Asuka morre, o mundo acaba, Shinji surta, e isso é só o começo – Evangelion Movie

Cena: Ser o piloto de um EVA é uma droga: todo o dano sentido no robô é transmitido automaticamente para seu cérebro. E, sem uma fonte de energia, você só tem três minutos de ação, ficando imóvel e à mercê do inimigo. E, pior de tudo: você precisa ser uma criança para ser um bom piloto. Então, nada melhor do que o mundo acabando, o ataque de vários inimigos imortais, e o mais forte do grupo passando por um momento EMO, certo? Destaque para os segundos finais: abaixe o volume, você pode ficar surdo com o grito do Shinji…

6 – Kenshin e Saito lutam – Rurouni Kenshin

Cena: Saito só estava lá para saber se Kenshin poderia ser usado contra Shishio, mas… o passado falou mais alto, e os dois começam a lutar, trazendo de volta o Retalhador que havia dentro de Kenshin. A luta é tensa, uma das mais selvagens (sem super-poderes) que já vi.

5 – Naruto luta contra Sasuke – Naruto

Cena: Logo depois de ser incapaz de lutar contra o próprio irmão (que ele jurou matar) Sasuke resolve aceitar o convite de Orochimaru e foge da Vila da Folha. Naruto vai atrás, e… o pau come. Violentamente. Provavelmente, uma das lutas mais selvages da série. E, no final, é Chidori contra Rasengan. Sasuke com o poder de Orochimaru contra Naruto com o poder da Kyuubi. E uma amizade se desfaz. E um ano e meio de fillers começam…

4 e 4,5 – Gunbuster derrota toda uma raça – Gunbuster

Cena: No futuro, viagens em dobra serão possíveis. Só que isso implica em uma distorção: Para quem viaja, poucos minutos se passam, quando na verdade se passaram horas. E, quanto mais rápido é a viagem, maior a distorção temporal. Nesse cenário, encontramos o dilema de Kazumi, que precisa viajar até o centro da armada inimiga e formar o poderoso Gunbuster com Noriko, mas isso significa ver os poucos anos que ela tem ao lado do homem que ama passarem em segundos. Uma decisão difícil.

Logo depois de um discurso de Noriko (que pode ser traduzido como “Larga mão de ser fresca e toma jeito, mulé! Homem é tudo igual!), o Gunbuster é finalmente formado e uma das lutas espaciais mais selvagens começa, ao som de uma música grudenta e peitinhos balançando (NOTA: vocês sabiam que Gunbuster foi o primeiro anime a usar o balanço dos seios como forma de FanService? – GuraveHaato é cultura!). Ao final da luta, o Gunbuster II (uma bomba, na verdade) explode, levando todo o exército inimigo pra terra dos pés juntos, e catapultando as duas heroínas para 12.000 anos no futuro, e gerando um dos finais mais poéticos que já vi:

3 – Goku se transforma um SuperSayajin – Dragon Ball Z

Cena: Nem mesmo uma Genki-Dama gigantesca foi capaz de parar Freeza qeu, louco de ódio, resolveu… explodir Kuririn. Isso enfurece Goku, que com tanta fúria contra Freeza consegue finalmente transformar-se num SuperSayajin, logo depois de murmurar “você matou o Kuririn!â€. Isso nos deixa uma importante lição para a vida: Nunca mate o Kuririn.

2 – Luta final entre Ippo e Sendo – Hajime no Ippo

Cena: É a revanche entre Ippo e Sendo, valendo o cinturão. Vários rounds depois, já totalmente esgotados, Sendo tenta usar seu mais poderoso golpe, mas erra, deixando suas costelas (que já estavam para quebrar) totalmente abertas para o contra-ataque de Ippo!

Ippo começa uma sequência assustadora de técnicas REAIS (procurem por Dempsey Roll no Youtube) de boxe, e ao som de Inner Light (TOP 5 de músicas para lutar) MASSACRA Sendo que cai! Só que… Sendo levanta, mesmo depois de toda a surra! Conseguirá ele voltar a lutar? A tensão vai crescendo, até que…

1 – Gohan transforma-se em SuperSayajin nível 2 – Dragon Ball Z

Cena: O plano parecia perfeito: Goku treinou Gohan para ser capaz de vencer Cell, e assim salvar o mundo E garantir a ‘aposentadoria’ de Goku. Só que… Gohan tinha Jesus no coração, e era da paz, odiando lutar e nunca usando 100% do seu poder! Cell resolve provocar Gohan de todas as formas (mandando versões menores dele matarem os outros guerreiros) quando finalmente o Andróide 16 (ou a cabeça do Andróide 16) pede da forma mais educada possível que Gohan tome jeito de homem e largue de frescura, morrendo de vez logo depois.

Gohan finalmente decide lutar com todas as suas forças e, ao som de “Unmei no Hi†(Top 1 na lista de músicas) finalmente liberta toda a sua força e se transforma em SSJ2. Reparem na expressão de “A casa caiu, véio!†de TODOS os personagens! :)

E você? Qual a sua lista de cenas mais animais de animes?

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