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Queimando a língua com o Kinect

Por , 23 de janeiro de 2012 14:58

Em meados de 2010, quando o Kinect ainda atendia pelo nome de Projeto Natal e os primeiros videos mostrando o uso do aparelho apareciam no YouTube, escrevi um post mostrando como a pessoa parecia ridícula ao jogar com o corpo. Além disso, na época também fiz várias críticas aos tipos de jogos que estavam sendo desenvolvidos para a plataforma. Bom, quem diria que pouco menos de dois anos depois eu mudaria completamente minha opinião?

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10 fatos da minha infância que me definiram como nerd

Por , 13 de outubro de 2010 17:47

1 – Quando tinha meus quatro, cinco anos, minha mãe me levou no médico e me prometeu um presente se eu me comportasse. Podia ser qualquer coisa, um brinquedo, comida, etc. desde que fosse barato. Na saída do médico, passei em frente a uma banca e apontei para as revistas. Minha mãe acabou comprando uma do Chico Bento, e eu ficava no quintal de casa tentando entender o que estava escrito lá;

2 – Enquanto assistia Changeman, esperava a hora das naves começarem a formar o Change-Robot começar a se transformar e ficava prestando atenção para entender COMO eles se encaixavam até formar o robô;

3 – Logo que meu primeiro controle do Atari quebrou, meu pai simplesmente abriu o bicho, lixou umas partes metálicas e ao montar tudo de novo, o bicho estava funcionando. Fiquei tão fascinado pela “mágica” que acabei tentando fazer o mesmo. O controle nunca mais funcionou. :(

4 – Já fui até o Shopping com dinheiro suficiente para umas duas fichas de fliperama, um lanche no McDonald’s e sobremesa. Gastei tudo no fliperama das Tartarugas Ninja e acabei tendo que pedir dinheiro para pagar a passagem de ônibus na volta;

5 – Chorei tanto para que meus pais comprassem o Phantasy Star para o Master System (o primeiro jogo em português que levou TRÊS MESES para ser finalizado pelos analistas da Tec Toy!) que não aceitei ter encerrado em três semanas e fiquei procurando segredos e macetes no jogo durante dias. Até mandei uma dica para o número de telefone que a TecToy disponibiliza para que os jogadores pudessem tirar dúvidas;

6 – Quando anunciaram o filme do Street Fighter, fiz questão de pegar a primeira sessão no dia da estréia. E como todo bom nerd, saí do filme me sentindo enganado;

7 – Lá pelos meus 10 anos, minha coleção de revistas já obrigava meus pais a tomar medidas para armazená-las – já que só caixas de papelão não estavam sendo o suficiente;

8 – Com 13 anos, “evangelizei” boa parte dos meus amigos da escola a assistirem Cavaleiros do Zodíaco. Série que eu só descobri por acaso, zapeando nos canais logo depois de arrumar a casa;

9 – Joguei tanto o Homem-Aranha para o Master System que me interessei pelo personagem e em um dado momento peguei uns trocados que tinham sobrado para comprar uma edição usada, a 98. Em menos de seis meses já tinha trocado todas as minhas revistas da Turma da Mônica e Disney por revistas do Homem-Aranha. Aliás, tenho quase todas essas revistas até hoje;

10 – O primeiro computador que entrou em casa foi um MSX usado, que a minha irmã havia comprado. Veio com poucos jogos, ligava direto na TV, como um videogame, e o mais interessante eram os manuais, ensinando a fazer os mais diversos aplicativos usando o fantástico BASIC. Inspirado pelo filme “A Mosca II”, levei horas fazendo um programa que se auto-destruía se a senha correta não fosse digitada. Foi a primeira vez que o conceito de “backup” surgiu na minha cabeça. :(

Crianças de hoje jogando os games de ontem

Por , 22 de julho de 2010 11:28

Semanas atrás, deixei um pequeno presente para o meu sobrinho: quase 20GB de roms e emuladores diversos no computador do meu irmão. Meu sobrinho de seis anos, que antes mal conseguia gostar de Street Fighter IV, de repente passou a conhecer jogos que eu e meu irmão jogavámos quando criança.

E o mais engraçado é perceber que muitos daqueles jogos antigos, que hoje em dia podem ser considerados toscos e ultrapassados, fez a alegria do meu sobrinho de forma que ele deixou de lado todos os games atuais para se divertir com games de Super Nintendo e Master System. Obviamente, ele ainda estranha a falta de recursos (“Ué, não tem especial?”) mas se deixar o guri fica horas na frente do computador, jogando os “jogos de navinha”.

Infelizmente, não são todas as crianças que curtem jogos antigos. O vídeo abaixo, do College Humor, mostra alguns do grandes clássicos (Super Mario, Starfox e Sonic) sendo apresentados a crianças na faixa dos oito anos, e as reações não foram muito positivas. Uma pena, ainda mais se pensarmos que esse jogos eram o TOPO da tecnologia uns vinte anos atrás….

As cinco empresas criadoras de games mais confiáveis

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Por , 8 de julho de 2010 12:14

Nintendo e Mário voando abaixo

Uma votação realizada no Japão com homens e mulheres na faixa dos 20~30 anos mostrou quais as companhias criadoras de games mais confiáveis. Os resultados são realmente interessantes, e mostra a força que a Nintendo tem no oriente. Para os homens, o resultado foi esse:

  1. Nintendo (50.8%)
  2. Square Enix (27.1%)
  3. Capcom (22.5%)
  4. Namco (18%)
  5. Sega (18%)

Já para as mulheres, o resultado ainda mostra a liderança da Nintendo, mas com mudanças interessantes:

  1. Nintendo (59.5%)
  2. Bandai (22%)
  3. Sega (21.5%)
  4. Namco (20.3%)
  5. Square Enix (15.4%)

Projeto Natal: Só use se você não tem medo de passar vergonha

Por , 7 de junho de 2010 11:43

Olá! Você está assistindo a mais um programa “GraveHeart estava certo!“. Nesse programa, veremos que tudo o que eu comentei sobre o Projeto Natal da Microsoft seria exatamente o que eu comentei no twitter: O mais puro gerador de vergonha alheia do universo. Mas antes, vejamos o vídeo original de lançamento do projeto Natal, ainda em 2009:

Bonito, né? Cheio dos efeitos, diversão para toda a família, você tendo o melhor aparelho para jogar E se mexer ao mesmo tempo. O futuro!

Agora, vamos a mais um vídeo, mostrando um grupo de adultos e crianças testando o Natal. O vídeo foi feito na semana passada:

Vou poupá-los de alguns comentários óbvios, como o fato de que você precisa de uma sala gigantesca para realmente se divertir com a família, que o projeto Natal muito provavelmente excluirá pessoas com problemas de movimentação, e que muito provavelmente você ainda vai ler uma notícia de que centenas de pessoas foram hospitalizadas por terem sido acertadas com chutes ou socos enquanto jogavam o Natal com a família ou os amigos em casa. Isso tudo é óbvio demais. Eu só gostaria que vocês assistissem o vídeo pelo menos 10 vezes e pensassem: “eu realmente quero pagar esse mico?”. Se sua resposta for sim, deixo para vocês mais um vídeo, mostrando um teste do novo Mortal Kombat para o Natal:

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