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Como conquistar uma mulher usando o ChatRoulette

Por , 16 de março de 2011 1:12

Que o ChatRoulette é uma ótima forma de conhecer pessoas mundo afora e de pregar peças em desconhecidos, todo mundo já sabe. O que você não sabe é que, com muita cara de pau, um certo talento para música[bb], e a ajuda de alguns amigos, você pode conquistar o coração de QUALQUER mulher na internet. Dúvida? Assista até o fim:

Reparem que nem é preciso muito para a garota ficar completamente apaixonada pela declaração cantada do sujeito. Talvez eles morem a continentes de distância, talvez eles sejam vizinhos de bairro, talvez eles nunca se encontrem pessoalmente, talvez nasça uma relação daí. Não importa. Apenas reparem na reação da garota. Com 1 minuto de vídeo, ela visivelmente já estava emocionada. E tudo isso com uma melodia inventada quase que na hora, baseada em um nome que o rapaz tinha acabado de ouvir.

Obviamente, tudo isso pode ser mentira. A garota pode ser a irmã /namorada / amiga do cara, e tudo isso pode ser uma grande montagem, mas…. sinceramente, qual o problema em acreditar que com um pouco de esforço e o uso correto do ChatRoulette um homem pode fazer o dia de qualquer mulher no mundo?

Eu não tenho TV

Por , 21 de setembro de 2010 17:39

Semanas atrás, comprei um monitor/tv da LG. Tava barato, era final de Copa, e a idéia era queimar preço mesmo. Vi o preço, vi se batia no orçamento, comprei. Pela internet, chegou em uns dois dias. “Finalmente terei uma TV em casa, pensei”. Afinal, desde que me mudei para São Paulo, em 2008, eu não morava em algum lugar com televisão. Ou pelo menos não morava onde pudesse assistir TV do jeito que gostava quando criança: jogadão no sofá.

Enfim, comprei, liguei na antena do prédio, e… OK, não era bem isso o que eu estava pensando. Com um pouco de pesquisa e muito papo, consegui um esquema interessante de TV a cabo + internet, e aí pensei “ótimo, mais canais, imagino que agora sim vai ser melhor do que ficar vendo novela”.

Mentira. Mesmo os canais pagos cheios de conteúdo VIP não me agradavam mais. E o motivo é que eu percebi não precisar mais de uma TV em casa. Pelo menos, não uma das convencionais. Eu já havia me acostumado com conteúdo online.

"O filme que quero ver é daqui a duas horas, então vou ficar sentado no sofá zapeando para não perder a hora certa...."

Na verdade, não exatamente “online”. Muitos anos antes da internet e dos computadores em geral terem alguma estrutura para prover vídeos com qualidade e velocidade, eu já consumia conteúdo que não estava disponível na TV: Através dos fansubbers, comprava fitas com séries de anime que dificilmente passariam no Brasil. Ou seja, ainda assistia a vários programas na TV, mas já sabia que não precisava ficar preso àquela caixinha.

Aí foi chegando um computador novo, internet rápida, e um belo dia eu deixei de ver um episódio de Lost que estava passando na Globo porque tinha ido numa festa, ou algo assim. Normalmente eu gravava e assistia no outro dia, mas dessa vez havia esquecido. Foi quando pensei “Ué, e se eu baixar esse episódio pela internet? E se eu aproveitar logo e baixar todo o resto da temporada, mais o que está passando no momento lá fora, e já ficar por dentro da história toda?”. A partir desse momento, a TV havia se tornado para mim apenas um componente extra para o videogame, ou algo para deixar ligado em um programa qualquer enquanto estivesse na frente do computador, fazendo outra coisa. Na teoria, eu não tinha mais que depender dos horários malucos que as emissoras escolhiam para as minhas séries, eu podia assistir quando quisesse.

Em 2008 vim para São Paulo, e TODO meu contato com séries ficou restrito a conteúdo baixado ou DVDs. Durante dois anos, vivi sem ter um aparelho de TV em casa. Eu montava meus horários, definia minhas maratonas, escolhia minhas pausas. Já deixei um filme em pausa no notebook durante uma semana toda, para só voltar a assistir quando tivesse tempo. Já baixei temporadas inteiras e devorei em um feriado, basicamente sem pausas. Não haviam comerciais a cada cinco minutos.

Por isso o choque quando finalmente voltei a ter uma TV. De uma hora para outra, a liberdade que eu havia conquistado evaporou. Na minha cabeça, é complicado entender que eu preciso estar em casa, acordado, e sem nada para fazer, no horário e dia X, para poder assistir a um episódio ou a um filme qualquer. Já me peguei em situações de aproveitar um comercial para arrumar um lanche e perder uns bons minutos do filme. Ou de pensar em dar um pulo até a padaria mas desistir por não poder parar o episódio para ver depois. Ou seja: para mim, a TV convencional é um atraso de vida, justamente por não me dar o direito de escolher quando e o quê quero assistir. Hoje eu posso chegar a hora que quiser em casa, e ainda assim assistir meus programas prediletos.

Nada disso daria para achar zapeando na TV. Pelo menos, não em um horário onde eu possa estar de frente para a TV.

Há outro fator: Muito do conteúdo que consumo não é do tipo que passa na TV, mesmo na paga. Séries de anime, filmes e materiais um pouco mais cult raramente tem espaço nos canais a que temos acesso. Assim, ao optar pelo conteúdo baixado, consigo ter acesso a esse tipo de material. Ou seja, o conteúdo digital é mais diversificado, não se prende apenas aos “campeões de audiência”. Com isso, tenho acesso a materiais que dificilmente teria na TV.

Não termina aí. Hoje a assinatura de um plano de 2MB de internet (que ainda não é o ideal, mas já permite manter uma boa média) sai por algo em torno de R$ 70,00. Uma assinatura de TV a cabo que me traga alguns canais interessantes acaba saindo um pouco mais caro, em torno de R$ 90,00. Lógico, existem os combos internet com tv a cabo, mas jogo por alto e imagino que, mesmo que eu pagasse pelo conteúdo que hoje eu baixo, ainda assim sairia mais em conta. Afinal, eu pagaria um valor pequeno por episódio, e ainda poderia usar a internet para outros fins depois do download.

Durante dois anos, muita gente sempre me olhava de forma estranha quando eu comentava que não tinha TV em casa. Um misto de “Coitado, deve ter se metido com tóxico e vendeu a televisão para comprar crack” e “mas, ué, como então ele fica por dentro das notícias e das coisas que passam na TV?”. Hoje, depois de voltar a ter um desses aparelhos em casa eu percebo que estranho é ficar preso, escravo dos horários que as emissoras me impõem.  Sinceramente, prefiro continuar consumindo conteúdo da maneira como eu fazia antes, pela internet. A TV para mim é algo em extinção, uma tecnologia que não faz mais sentido em um mundo corrido como o nosso.

“Mas, cara, assim você está matando os programas que assiste. Isso é apologia à pirataria”. Não. Como já disse, eu pagaria pelo conteúdo que baixo, desde que fosse um preço justo, e não esses valores que algumas empresas pagam. Lógico, há outras formas de capitalizar em cima de downloads: séries japonesas passam, logo depois da abertura, uma vinheta rápida com logos de vários patrocionadores e agradecendo pela ajuda deles. É eficaz? Não sei, mas para quem baixa é uma forma de ver algumas marcas, mesmo fugindo dos comerciais.

Assim, a importância dos canais na TV vai aos poucos perdendo a força. OK, temos a TV digital, melhor, mais nítida, permite gravar os programas para assistir depois, mas… A que custo mesmo? Voltamos para o ponto da economia. Com isso, resta à TV servir como uma saída para outras mídias: videogames, dvds, bd-players, e até computadores, como no meu caso.

Quero dizer com isso que os canais de TV estão mortos? Não. Ainda vai demorar muito para o modelo de distribuição digital pegar, e mesmo assim, ainda vai haver um público fiel nos programas locais e de notícias. Mas não prevejo um futuro onde as pessoas vão fazer como faziam poucos anos atrás, grudadas na frente da TV e correndo pra chegar em casa antes da novela começar.

(nota: vinha rascunhando esse texto há semanas, e por uma incrível coincidência do destino o Renmero tratou do mesmo assunto em outro blog. Normalmente eu abandonaria a idéia do post, mas nesse caso abro uma exceção. :) )

(E se você acha que só consigo viver de downloads por assistir meia dúzia de séries, dê uma olhada no meu perfil no Orangotag e no MyAnimelist. Detalhe: não tem nem metade cadastrado lá)

Chat Roulette: como usar, dicas e dúvidas

Por , 7 de abril de 2010 9:52

Com a crescente atenção que a mídia vem dando ao Chat Roulette, não é de estranhar que mais e mais pessoas queiram usá-lo, mesmo sem entender muito bem o que ele faz e para que serve.O estranho é que, por mais atenção que esteja sendo dada à ferramenta, as pessoas parecem mais interessadas em mostrar a quantidade de Diglets e Cloysters exibidas nas webcams mundo afora do que em tirar dúvidas sobre a ferramenta.

Pensando nisso, fiz uma pesquisa com as dúvias mais comuns e montei um apanhado de perguntas, respostas e curiosidades rápidas para que vocês possam tirar suas dúvidas:

O que é o Chat Roulette? Como exatamente ele funciona?

O Chat Roulette é um site onde você pode conversar através de vídeo, som e texto com qualquer pessoa do mundo. Mas apenas uma pessoa por vez, escolhida aleatoriamente no meio dos milhões de usuários online. É como se existisse um número de celular para onde você pudesse ligar e conversar com qualquer pessoa do mundo, sem saber antes quem é essa pessoa.

O uso é simples: ao entrar no site e ativar sua webcam, você entra numa ‘fila’ de usuários disponíveis (ou seja, que ainda não estão conversando com outra pessoa), e o site começa a buscar algum outro usuário também disponível. Quando isso acontece, o site conecta vocês dois, e então é possível conversar através da webcam, pelo microfone, ou através de uma janela de texto. Não gostou da pessoa ou da conversa? Clique em “Next” e você volta a estar como ‘Disponível’, esperando por outra pessoa que também esteja disponível. Isso pode ser feito quantas vezes você você quiser, até se cansar e ir fazer outra coisa mais produtiva da vida.

(Clique na imagem para ampliar). O visual é simples: à direita, é mostrada a imagem da sua webcam. À esquerda, a imagem da webcam do seu colega de chat. Se você não entendeu o que o diglet está fazendo ali, vai entender em breve. Você verá muitos diglets no chat roulette, acredite.

No topo, os comandos: Next (para ir para a próxima pessoa disponível), Block (falo mais sobre ele daqui a pouco) e Pause (para parar tanto o chat atual como impedir que o sistema te conecte a outras pessoas).

No rodapé, a área para bate-papo. Você pode digitar o que quiser e apertar Enter para conversar com a pessoa. Essa área também mostra a situação do chat (Conectando, Conectado, Indo para o próximo, etc.)

O que preciso para usar o Chat Roulette?

Uma webcam com qualquer qualidade de exibição (dica: muitos notebooks e netbooks já vem com uma webcam embutida) e conexão à internet com boa velocidade. O site agora pede para que você tenha pelo menos 16 anos para poder acessar o chat, e também pede para evitar nudez, mas não é necessário fazer qualquer tipo de cadastro prévio ou se identificar de alguma forma para usar o site.

O Chat Roulette armazena de alguma forma as informações?

O que se sabe é que o Chat Roulette armazena o IP das conexões, mas eu pelo menos não encontrei nenhuma informação sobre como ele usa essa informação. É bem provável que, em determinados casos de abuso claro (como pedofilia, necrofilia ou outras filias nojentas) o IP do sujeito seja banido permanentemente.

O que posso encontrar no Chat Roulette?

(acima: chat roulette bingo. Imprima, acesse o site, e vá marcando cada ocorrência)

Basicamente, qualquer coisa. De pessoas solitárias a malucos dançando; De cristãos tentando levar a palavra do Senhor a um desconhecido a um viciado usando drogas; De amigos em uma festa a alguém que só quer conversar antes de cair no sono, e por aí vai. As possibilidades são infinitas. É bem provável que você encontre partes do corpo humano que normalmente estão cobertas por panos, se é que você me entende. Mas, como sempre, você pode clicar em Next se algo na pessoa com quem você está conversando te incomodar.

Cliquei em Next e vi um sujeito mostrando o Diglet dele na webcam. Como posso proceder?

Clique em Block ou em F2.  Se três ou mais pessoas reportarem um uso indevido em um curto espaço de tempo, o usuário ficará impedido de acessar o Chat Roulette por um período de  10 a 40 minutos. Abaixo, a mensagem que o pervertido recebe quando é bloqueado.

Na real, isso não vai impedir um maluco de continuar mostrando seu Diglet, mas ao menos vai segurar uns engraçadinhos e fazer com que eles pensem duas vezes antes de ficar se exibindo por aí. Mas você não precisa ficar preso apenas a Diglets ou Cloysters, reporte qualquer uso indevido do Chat Roulette sempre que sentir necessidade: apologia a crimes, nazismo, etc….

Posso conversar com um amigo ou conhecido no Chat Roulette?

Olha, se bem me lembro sobre as aulas de estatística na faculdade, é até possível que você encontre um conhecido no chat roulette, só é pouco provável. Lembre-se: o sistema escolhe de forma aleatória a pessoa com quem você vai conversar, e seria muita coincidência no meio de milhões de usuários ele pegar exatamente alguém que você conhece. Mas pode acontecer, assim como você pode tropeçar num bilhete premiado da loteria…

Lembre-se: a graça do Chat Roulette é encontrar pessoas novas, do mundo todo. Se você quer conversar com alguém que conhece, ligue a webcam no msn.

Eventualmente, você pode acabar encontrando seu irmão no Chat Roulette...

Posso encontrar alguém famoso no Chat Roulette?

Sim! Mas lembre-se: as chances são mínimas, e pode ser quase impossível encontrar alguém famoso por lá, mesmo depois de horas de uso. Celebridades que já foram vistas no Chat Roulette: Paris Hilton, Kate Moss, Ashton Kutcher, a banda Jonas Brothers, Justin Bieber e outros.

Paris Hilton, de bobeira, no Chat Roulette

Prefiro conversar com pessoas do Brasil ou que falem português. Existe essa opção no Chat Roulette?

Não. O idioma “oficial” no Chat Roulette é o inglês (por pura comodidade, é um idioma comum na internet, etc. e tal), mas você até pode encontrar alguém que fale português, espanhol, japonês, esperanto ou klingonês. Se você só se sente confortável falando ou escrevendo em português, pode tentar a cópia versão brasileira, o CataPapo.

O Chat Roulette é seguro para todas as idades? Meu filho pode usá-lo?

Não. Assim como na internet em geral, muito provavelmente o seu filho estará mais seguro no meio de lobos famintos do que acessando o chat roulette. Lembre-se: é um bate-papo livre, você não precisa se identificar para usá-lo. Essa liberdade faz com que o Chat Roulette contenha uma boa quantidade de malucos, doentes e tarados de todo o tipo, e como a conversa é feita através de uma webcam, muito provavelmente seu filho terá acesso a coisas que você não quer que ele veja.

Conversei com alguém interessante no Chat Roulette, e ele me pediu meu email, além de outros dados de contato. É seguro?

Não, não é seguro, assim como não é seguro dar o endereço da sua casa ou a senha do seu banco para qualquer estranho na rua. Lembre-se: são pessoas que você não conhece, não sabe se são de confiança, não sabe nem mesmo se são ‘reais’. Na dúvida, evite passar qualquer tipo de informação pessoal, ou crie um email somente para contatos dentro do Chat Roulette.

eu tava mostranu meus peitus nu xat roletti…soh ke meu pai abriu a porta du 4o i me pego…… agora to d kastigu…u ke eu fassu??!?! :’(

Com alguma sorte, seu pai deixará você sair de casa quando você completar seus 25 anos. Até lá, fique usando o computador da sala, e reserve esse tempo para pensar em como ser menos imbecil.

É possível te encontrar no Chat Roulette?

Sinceramente, não. Ando ocupado demais com outras coisas mais importantes (assistir Kamen Rider Blade, programar, odiar a humanidade, etc.) pra ficar procurando gente pra conversar.

Então porque você está fazendo um FAQ sobre Chat Roulette?

Visitas! \o/

Quando você fala “Diglet” e “Cloyster” você está na verdade querendo falar…?

Sim, estou falando de partes do corpo humano. Mais uma vez, entendam como quiser.

Você não teria uma galeria de imagens engraçadas sobre o Chat Roulette, teria?

Tenho sim. Vejam a galeria logo abaixo:

Top 5 pegadinhas com o Chat Roulette

Por , 15 de março de 2010 16:21

O Chat Roulette, aquele serviço que vem chamando a atenção de toda a mídia nos últimos dias, não tem nada de muito complicado: Você acessa o site, liga a webcam e o microfone, e fica esperando alguém aparecer pra falar com você. E esse ‘alguém’ pode ser qualquer um (até mesmo personalidades famosas). Não gostou da conversa ou da pessoa? Clica em “Next”, e você pula pra próxima conversa com uma pessoa escolhida aleatoriamente. A graça é que, ao invés de ficar apenas no texto ou em fotos das pessoas conversando, você pode papear pela webcam com uma pessoa qualquer no mundo.

Parece bobo? Não só parece, como é. Na verdade, o serviço em si só ficou famoso por permitir o uso de uma webcam, que permite que você veja a pessoa do outro lado (E, sim, esse é um lugar onde eventualmente você VAI encontrar pervertidos e malucos de todo o tipo).

Mas como tudo na internet acaba virando motivo de piada, é possível encontar no youtube uma quantidade quase infinita de vídeos mostrando várias pegadinhas que só são possíveis com o Chat Roulette, e rir com a reação das pessoas frente ao inusitado. E logo abaixo você encontra os melhores 5 vídeos que achei com pegadinhas no Chat Roulette. Por razões óbvias, evitei vídeos com nojeiras e cenas pesadas, focando mais no inusitado e engraçado.

5 – Velho Maluco

Você clica em Next, e de repente dá de cara com um velho completamente insano brincando com o cachorro e com um… esfregão. O engraçado é ver a reação das pessoas frente à cena.

4 – O suicida

Você entra no serviço e…. vê apenas as pernas de um sujeito, claramente enforcado. Um suicida. Foco no moleque a partir do 30 segundos de vídeo.

3 – Dançando pra câmera

Um grupo de amigos simplesmente dançando em frente à webcam. Resultado?  Você dançando junto.

2 -Improvisando uma canção

Você entra no chat e o sujeito começa a tocar uma música no piano e cantar o que você está fazendo ou escrevendo. Vale pela improvisação e pelo raciocinio rápido.

1 – Controlando o Super Mário pela câmera

Se um dia eu acessar o Chat Roulette, será unica e exclusivamente para pregar esse tipo de peça: coloca um joguinho modificado na câmera, deixa a instrução pro sujeito mexer os braços para controlar o jogo, e vá jogando de mentira enquanto ele fica gesticulando feito um palerma. Reserve, e sirva no youtube.

Comparação: TIM 3G Vs. Oi 3G

Por , 12 de janeiro de 2010 15:06

Há algumas semanas, meu modem 3G da TIM (um ONDA MSA501HS que só me torrava a paciência) parou de funcionar, não importando qual cabo USB usasse ou em qual computador eu estivesse ligando. Como já estava com o TIM Web há mais de um ano (e, portanto, não estava mais sob contrato), entrei em contato com a TIM para tentar obter um novo modem gratuitamente (ou com um bom desconto). Encurtando um pouco a história, acabei sendo aconselhado pela própria vendedora a tentar comprar um modem mais barato em… outra operadora.

Uma pesquisa rápida, e acabei indo para a Oi, que oferecia um plano mais barato, com um modem um pouco mais barato que os da concorrência, e com a vantagem de ser desbloqueado. Ou seja: se eu não gostasse do serviço 3G da Oi, tudo o que tinha que fazer era cancelar a assinatura, e continuar usando o chip da TIM com o novo modem. Caso contrário, cancelaria a TIM e ficaria com a Oi.

O resultado da experiência você vê logo abaixo. Leve em conta que são testes pessoais e sem qualquer teor cientifico, baseados nas minhas necessidades (quase um hard user, fazendo muitos downloads e usando como forma principal de acesso à internet). Como costumo viajar com certa frequência para a casa dos meus pais, os testes foram realizados na região de Pinheiros (São Paulo) e em São José dos Campos (em um ponto BEM afastado da cidade). Ambos os planos eram de 1MB de velocidade.

O modem usado foi o Huawei E156c da Oi.  Testei as duas operadoras com esse modem. Por último, considere que em São José dos Campos  a TIM não opera com 3G, apenas EDGE. A Oi opera com os dois modos.

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