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Ah estão todos querendo saber o que eu a

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Por , 20 de maio de 2002 14:31

Ah, estão todos querendo saber o que eu achei do filme, né? Bom, vamos lá….

O filme É bom! Divertido, empolgante, interessante, e também dá uma boa idéia de como os filmes inspirados em heróis de quadrinhos deveriam ser feitos.

Tem erros? Tem. Mas aí vai COMPLETAMENTE na opinião de quem assistiu (spoilers ahead. Cuidado!).

Alguns podem até ter achado ridículo o fato das teias não serem artificiais, mas a cena em que o Peter fica tentando soltar suas teias é muito boa. Para quem nunca viu uma única história do Aranha, essa explicação ficou muito mais interessante do que ficaria se tentassem explicar como um nerd do colegial conseguiu criar uma teia que ninguém consegue copiar. Sem contar que… pô, o Tobey Maguire gritando “Fly! Shazam! Go, web!” é hilariante.

A única parte que eu não gostei mesmo é a cena dos novaiorquinos jogando verduras no Duende Verde. Tá, ótimo, temos que mostrar o patriotismo, etc. e tal, mas… Cacete, o Duende Verde NUNCA ia deixar aquilo quieto. De jeito nenhum. Se EU fosse o Duende e ouvisse alguém gritar “Mexeu com o Aranha, mexeu com a gente”, eu primeiro jogaria uma bomba (não, duas) em direção ao autor da frase, depois jogaria uma outra bomba naquela balsa, diria “Então tá!”, e aí atacaria o Homem-Aranha com tudo o que tivesse em mãos.

Lógico, se EU fosse o Duende não haveria continuação do filme… =)

Raiva: Ver duas amigas se ferrando

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Por , 7 de abril de 2002 7:17

Raiva:

“Ver duas amigas se ferrando porque seguiram a opinião errada de uma terceira pessoa. Terceira pessoa que eu, aliás, odeio.”

Já não aguento mais ficar recebendo e-mails e mensagens pelo ICQ de gente me dizendo como as coisas andam naquele fórum. Se eu não tivesse feito uma promessa, dava um jeito de mostrar para a “nick de três letras” o verdadeiro lugar dela.

Usar o poder de duas garotas sobre um fórum para atacar as pessoas de quem ela não gosta é algo que me deixa furioso. Afinal, depois das arbitrariedades, não é ela que vai ser alvo dos ataques.

Triste…. Bom, vou ver o que posso fazer sem precisar voltar lá.

Essa com certeza seria um prato cheio pr

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Por , 29 de março de 2002 3:38

Essa, com certeza, seria um prato cheio pro Kleber. A diferença é que, enquanto ele busca essas pérolas nos fóruns e mailings da vida, eu os recebo por e-mail…

“Depois de receber esse e-mail sem critério algum de avaliação sou obrigado a dar minha opinião sobre os bottom 10:

(sem dúvida por pior que sejam minhas opiniões tenho certeza que são mais embasadas do que a deste autor desconhecido que deveria ter continuado desconhecido.. ou ter assistido pelo menos aos animes,ou ainda, que faça algum melhor)

> Publicado no site http://animepoint.123fui.com.br/infelizmente o site está fora e não pude ver o conteúdo original na íntegra, pensando melhor, felizmente ele está fora. Esses comentários deveriam estar sendo informados que são a opinião de uma pessoa só ao invés do que parece aqui: uma votação pensada e discutida..

>The Bottom 10!

>(Ou: “Os piores animes do mundo”)

posso comentar somente os que conheço:

>9 – Dragon Ball Z: Ainda bem que a Toei separou o animê em duas fases. Assim, podemos separar os bons e bem humorados momentos do Dragon Ball original da eca que é esse animê aqui! Enrolação, queda de qualidade absurda na produção de alguns capítulos e nenhuma coerência nos roteiros fazem dessa série um exemplo perfeito de quão baixo pode chegar uma série visando e sendo produzida apenas por inércia monetária.

A separação em duas fases nada tem a ver com os argumentos infelizes e sem embasamento do infame autor.. a parte Z entrou para continuar o sucesso da primeira fase, sucesso este alias, que foram as lutas que se ficavam cada vez mais emocionantes e técnicas. É conhecido que a qualidade do desenho dessa série não é o ponto forte (aliás porque o desenho foi mesmo feito às pressas para ser semanal e não perder a continuidade). O forte em dragon ball, embora não pareça a quem não presta atenção é a subjetividade, sim, a lição que passa a cada momento e não as lutas.. se torna uma ótima diversão e aprendizado ao mesmo tempo.. se quiser saber mais, explico sem problemas para seu e-mail ou para a lista o que há a mais.

-> “inércia monetária”? quem é o poeta para criar tal palavra?

-> até onde é enrolação? leu o mangá? não combata a um oponente ou teça críticas a um trabalho sem conhecê-lo muito mas muito bem.

-> aponte as incoerências dos roteiros.

>5 – Tenchi Muyo: Um dia comecei a assistir no Band Kids e só fui acordar no Jornal da Band. Preciso falar mais? Histórias recheadas de clichês, episódios com a mais pura enrolação, um fan service em cima do outro, e essa mania de criar “universos alternativos”, só pra ver se vende mais produtos….

se dormiu ao assistir ao anime então nem deveria estar falando dele… não ponha a culpa de ter uma mente vazia em cima de uma estória como a de tenchi muyo.

-> onde estão os clichês, ponha em discussão.

-> assim como no dragon ball você fala de enrolação. pare de enrolar e cite onde há enrolação e esteja certo de provar que é enrolação pura, simples, e desobjetivada. ae começaremos a conversar. Nota Pessoal: Ele, com certeza, não deve ter assistido a maioria dos episódios de Tenchi Muyo. Como aquele em que Tenchi e a Sasami vão ao parque de diversões, ou aquele do concurso de beleza (os dois, totalmente úteis para a trama….)

-> “universos alternativos” são a parte cultural mais criativa que a humanidade possui.. a possibilidade de se imaginar em outro lugar talvez melhor, ou simplesmente diferente. Júlio Verne se revira no túmulo ao ouvir suas falácias, se é que você sabe o que é isso. Sobre enrolação, eu citei por exemplo Júlio Verne, se por exemplo

eu nada disser sobre ele você não entende e se eu disser alguma de suas obras para que você possa digerir melhor ou se eu explicar o que significa falácia você vai dizer então que enrolo? é assim sua maneira de tratar as pessoas que fazem do anime um caminho? se me perguntar o que eu quis dizer com caminho então é melhor nem responder o e-mail, pois você nada entende de cultura oriental. Acreditem ou não, o garoto JURA que dá pra comparar um anime com as obras de Júlio Verne (que, diga-se de passagem, li algumas). Pior é dizer que os animes estão intimamente ligados à cultura oriental, e o que é pior, eu preciso entender sobre toda a história japonesa E sobre Júlio Verne para saber porque Tenchi Muyo teve unviersos alternativos. Pensei que era por culpa do comércio….

>4 – Saber Marionette J to X: Meu … o que é que é aquilo? Pegam uma série divertida e transformam em um melodrama asqueroso … Dá prá contar nos dedos de uma das mãos do Capitão Gancho os momentos engraçados dessa bagaça, que ainda faz o favor de jogar pela janela tudo que foi feito e dito nas séries J e J Again .. O horror, o horror!

que pena que conheço somente Saber Marionette e não o J to X.. talvez se não tivessem feito J to X você diria que saber marionette é enrolado e chato ao invés de dizer que este é divertido e aquele é chato… e antes de citar o horror com tanta vontade, cite exatamente os momentos de horror que você passou ao assistir a série, e as incoerências..

>2 – El Hazard: Os OVAs até são interessantes, mas a série de TV… Os roteiros são fracos, a animação é simplista, e alguns personagens parecem se esforçar para serem irritantes. Quem nunca sentiu vontade de quebrar a cara do Makoto? Não podemos nos esquecer da grande quantidade de episódios inúteis, feitos unicamente para alargar a série para que tivesse mais de 20 episódios.

pô você deve ser cineasta para ficar falando de roteiros, não, deixa eu adivinhar, faz cinema e vídeo.. não!, deve ter algum amigo que faz! talvez tenha visto alguma vez a palavra roteiro e gosta de usar para parecer que fala com algum crédito…

-> personagens parecem se esforçar para ser irritantes? de onde surgiu tal inteligência! oh! quer dizer que os personagens são diferentes do que o autor queria! milagres!! oh! eh óbvio que toda estória tem personagens bonzinhos e maus, irritantes e burros como você (sem xingar os burros).. cite quem você está comentando, que personagem?

-> episódios inúteis ? alargar a série para ter mais de 20 episódios?

ei e se eu quero assistir mais capítulos pois gosto da afura o que você tem a ver com isso? não quero assistir poucos capítulos.. no anime também tem diversão. se quer informação pura primeiro pare de comentar o trabalho dos outros e faça o seu e segundo vá ler livros ou o mangá de algum anime pois lá são mais diretos… a infelicidade é que em nada citou o estilo do anime.. mostra que não gosta de um estilo ou de outro, só o que faz é achar e achar.. errado.

- ignorância não é crime desde que não a pratique -

>1 – Bucky: O rei da tosqueira total! Lembro-me que quando vi o primeiro episódio, logo pensei que muitos fanzineiros no Brasil tinham traços melhores. Já a história, bom, melhor nem comentar. E porque Bucky ganhou o primeiro lugar? Simples, o anime é tão ruim, mas tão ruim, que ganhou fãs no Brasil!

-> tosqueira? isso é palavra para se usar ao citar a qualidade de algo? muito mais em uma “votação discutida”? isso só diz assim: o anime é ruim. não diz o porquê e não diz o que poderia haver para melhorar. isso! mostre-nos antes de dizer que algo é ruim o que poderia conter para ser bom…

-> muita gente tem traço bom, mas poucos conseguem colocar um anime no ar, assim como muita gente entende o que os animes querem dizer enquanto outros… eu gosto do bucky porque ele chuta o pau-da-barraca. sim, explico que ele é tão idiota aparentemente com a idéia de ser o soberano do mundo que com o passar dos episódios é possível notar que o sentimento dele é bem mais do que uma idéia positivista.. ele acredita e quer fazer o objetivo dele ser real… aí pra mim não importa em que mundo ele está, importam os objetivos. dragon ball com certeza nunca vai ganhar um premio de melhor trilha sonora ou desenho, mas quanto ao conteudo dele, outra historia. sou mais seguir burramente a idéia de que se milhoes de japoneses adoram dragon ball a opiniao deles vale mais que a sua, a base para isso é

que a cultura e a mentalidade deles é bem maior que a nossa. só isso. se tempo de sobrevivencia de um anime nao indica qualidade ou simplesmente que cativa o público então vai lá falar com o Willian Shatner e pergunta o que ele acha da série Jornada nas Estrelas? Uma das coisas que ele vai dizer é que é uma pena ele ter ficado velho.. senão teria continuado a fazer até hoje a série.. alias, ela é continuada até hoje, desvirtuada talvez, achei isso a princípio, mas gosto também. e assistirei antes de criticar…

Presto the Matrix Mage of Maxim and Maim
o velho tiu Presto, seu servo e criado. (mal-criado as vezes hehe)

Sexta feira bizarra

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Por , 10 de março de 2002 1:12

Sexta-feira bizarra….

Primeiro, vi um grupo de militantes do PT batendo de casa em casa pedindo assinatura para um abaixo assinado, para proibir uma nova lei que pretende mudar o sistema de ônibus daqui. Deixá-los como em Curitiba, onde você paga passagem direto no ônibus. A diferença (bom, não sei se lá é assim) é que você só precisa pagar uma passagem para pegar ônibus de linhas diferentes. Só que o PT não quer que o projeto ande, por achar que os cobradores ficarão sem emprego. Mesmo quando o remanejamento dos funcionários já esteja acertado nas mudanças.

Quando a mulher me explicou o porquê do abaixo assinado, disse que não assinaria, porque achava a idéia boa. A casa caiu pro meu lado. A mulher começou um longo discurso sobre os direitos, sobre o FHC, sobre a falta de segurança, etc. e tal. Argumentei que, entre outras coisas, a democracia que eles tanto pregam deveria me dar o direito de discordar da idéia deles. Começou mais um longo discurso sobre demagogia. Comecei a citar fatos e situações onde o PT e partidos de oposição da minha cidade estiveram envolvidos, e… bem, a discussão terminou com um “babaca sem opinião” do lado dela e um “vai tomate crú” do meu.

À tarde, por um motivo que ainda não entendo, fiquei mal. Uma tristeza meio vindo do nada, daquelas de desanimar. Deitei e fiquei lá, tentando entender porque tantos pensamentos ruins tinham voltado. Tive que fazer um esforço para pegar a mochila e ir pra faculdade, mas essa sensação persistiu no ônibus. Estava tão mal que não conseguia nem pensar direito. Percebi que se fosse pra faculdade naquele estado seria pior, e parei no shopping, achando que sair da rotina me daria um pouco de sossego.

Nada. Na fila do cinema eu pensei melhor e resolvi que seria melhor ir pra aula mesmo. Coisas de honra, etc. e tal.

Me ferrei. O primeiro professor faltou, a turma foi embora, e na hora que eu estava para pegar o ônibus, caiu uma chuva dos infernos, daquelas que não deixam ninguém sair do local. Fiquei ali esperando a chuva acalmar para tentar pegar uma carona, e… surpresas das surpresas, um raio cai, e a energia elétrica da faculdade acaba.

Resumindo o dia: briguei com uma militante chata do PT, tive um surto de melancolia, perdi um filme maravilhoso por cinco minutos, não tive aula, aguentei uma chuva terrível, e fui embora pra casa no escuro.

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