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Tá, vai, eu também sou o Tiga…

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Por , 15 de janeiro de 2007 11:12

Provavelmente devo terminar um texto bem extenso sobre minha pessoa e os motivos desse blog em breve, mas até lá já vou postando os textos menos menores que estão parados aqui. Só espero que a quantidade de leitores do blog permaneça constante. Até porque não pretendo falar mais da Karina Bachi ou fazer análises de novos celulares em promoção por um bom tempo… :P

Ultraman Tiga foi a primeira série produzida após um longo sumiço da Família Ultra nas telas. Para atualizar a franquia, várias mudanças no conceito básico foram realizadas, inclusive a própria origem do grandão. Fez sucesso o suficiente para garantir a continuidade da franquia. E para mostrar que não era necessário citar toda a linha do tempo dos Ultramen para fazer sucesso. Várias outras séries, com a marca Ultraman, mas sem ligação com as séries clássicas, vieram depois.

No Brasil, Tiga foi licenciado por um editor de revistas informativas de animes e mangás, e e exibido pela Record. Acabou não fazendo muito sucesso, principalmente por ter sido colocado numa emissora que não respeitou a série, exibindo-o junto a Pokémon, e esquecendo de detalhes pouco importantes, como público-alvo, continuidade, etc. O editor também não cooperou muito, lançando dezenas de matérias repetitivas sobre a série, até encher o saco de muitos.

Quem era adolescente (ou adulto com cabeça de adolescente) na época e se forçou um pouco além do preconceito típico, encontrou uma ótima série, com roteiros interessantes, lutas divertidas, e atuações horríveis (três marcas típicas das séries japonesas).

Acima, um vídeo com a batalha final de nosso herói gigante. Até onde eu sei, esse episódio nunca chegou a ser exibido na Record, ficando disponível apenas em eventos de anime. Na história, o Ultraman Tiga toma um coro colossal de um montro que some com toda a luz do planeta (de onde Tiga tira sua energia), e morre. Nesse momento, a luz no coração das crianças (ou a radiação proveniente de anos em frente à televisão, sei lá….) ressuscita Tiga.

Se os americanos tivessem feito essa cena, teria ficado muito, mas muito ridícula. Nesse caso, ainda ficou ridícula, mas capaz de emocionar qualquer um que adora cenas de redenção e superação dos próprios limites (oi pai! oi mãe!).

Recomendo a todos que assistam, sem medo de parecem crianças com isso. Se abusar, é bem capaz que sintam saudades do tempo em que era possível acreditar, e gritar “Eu sou Tiga!” sem medo de parecer um retardado.

Tava vendo o Fantástico sobre o Ciclone

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Por , 28 de março de 2004 21:38

Tava vendo o Fantástico, sobre o Ciclone que atacou o Sul. Triste ver vários homens e mulheres chorando, assustados, com essa incrível manifestação da natureza.

Claro, nós não somos como os americanos, acostumados com furacões, ciclones, terremotos e outros eventos de destruição em massa. Até pouco tempo atrás, Deus era brasileiro, não tinhamos nenhuma dessas desgraças acontecendo por aqui. É como quando os índios viram as “maravilhas tecnológicas” dos conquistadores europeus, um espanto, algo incrível, assustador, inconcebível. E agora uma coisa que só se via na TV está acontecendo por aqui, bem no nosso quintal.

Cientistas dizem que vão analisar o porque do ciclone ter atingido o sul do Brasil. Acho desnecessário, o próprio homem causou isso. Tentar inventar um culpado para isso é bobagem.

Depois de ler uma profunda análise sic s

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Por , 24 de junho de 2002 14:12

Depois de ler uma profunda análise (sic), sobre a fantástica (sic) novela O Clone em um determinado blog (que, aliás, foi devidamente detonado no domingo….), resolvi fazer uma brincadeira. Não uma brincadeira “HaHaHaHaHaHa! Que legal!”, mas uma brincadeira “Ah, meu! Que ridiculo! Não dá pra acreditar que alguém faça isso e se leve a sério!”.

Acompanhem:

“Amiguinhos, não percam, em breve, a minha fantástica e reveladora análise sobre 24 horas….”

Já estou devendo esse post faz tempo

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Por , 13 de maio de 2002 2:06

Já estou devendo esse post faz tempo:

Sou simplesmente fascinado pelos seres abissais.

Adoro a idéia de seres vivos vivendo a centenas, milhares de metros abaixo do nível do mar, adaptando-se à quase completa falta de luz e uma pressão dezenas de vezes maior que a nossa. O que me lembra aquele cientista maluco do “Jurassic Park”, que disse uma das maiores verdades do mundo cinematográfico: “A natureza SEMPRE dá um jeito….”.

Hoje, por exemplo, o Fantástico mostrou seres vivendo na mais completa escuridão, com uma pressão 400 vezes maiores do que a nossa, em um ambiente venenoso. Mas eles estavão lá, vivendo, adaptando-se, lutando contra as adversidades, e mostrando que não é uma porcariazinha de gás sulfuroso ou uma quantidade de água capaz de explodir um corpo de titânio em segundos que vai impedí-los de seguir em frente na sua vida.

Dá pra tirar muitas lições dali. Se alguém consegue viver naquele ambiente, não é dificil imaginar que em ambientes “hostis”, como outros planetas, consigam abrigar vida (ainda que não inteligente….). Ou talvez seja a prova de que, em nossa arrogância, nós ainda não tenhamos percebido como conhecemos pouco da vida.

Ou, mesmo forçado, percebe-se como nós somos chorões. Se eles conseguem viver ali, daquele jeito, então a gente deveria mais é encarar os desafios ridículos que nossa vida oferece. Nossos problemas são até simples…

Eu pessoalmente não gosto muito

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Por , 13 de maio de 2002 1:50

Eu pessoalmente não gosto muito dessa mania de acusar sem ter provas, principalmente quando o cara é famoso.

Mas eu garanto que se descobrirem que o Belo estava realmente envolvido com drogas, eu vou dizer “Juuuuuuuuuuuuraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa???????????” com a maior dissimulação.

Como já bem colocou o Maurício, do Charges.com.br, a música dele JÁ É uma droga…. >=P

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