E mais uma vez o College Humor apronta uma das boas: como seria Matrix se ele rodasse em Windows? O resultado é, como sempre, hilariante:
Hoje, por descuido, acabei deixando o headphone que uso no trabalho cair no chão. Como esses “descuidos” acontecem com certa frequência (já que raramente fico parado e minha mesa é um zona), o headphone, que já estava meio zoado, acabou quebrando bem na parte onde encaixa o microfone. E não é que, ao tentar pegar os “restos mortais” do equipamento, percebo que toda a fiação foi emendada com fita crepe!
O que talvez explique porque é tão fácil encontrar headphones por menos de R$ 15,00. Quem precisa gastar tempo e dinheiro com solda quando pode simplesmente pegar um pedacinho de fita crepe e emendar os fios?
Dias atrás, passei por um perrengue inusitado com a Telefônica: descobri, por acaso, que estava sendo cobrado em mais ou menos R$ 450,00 pelo Speedy Business 1M (ativo desde 2004), sendo que hoje em dia o valor para uma conexão de 4M fica em torno de R$ 150,00. Ou seja, em nenhum momento eles pensaram em fazer o reajuste dos valores, ou até mesmo informar os usuários sobre as mudanças. E, como raramente tenho acesso às cobranças, esse tipo de informação acaba passando desapercebida para mim.
Imediatamente, liguei para a Telefônica, exigi que fizessem a mudança para o plano de 4M, o qual fui prontamente atendido, mas com a informação de que isso só seria possível após a visita de um técnico, que deveria acontecer em torno de 15 dias. Como isso iria acontecer entre minhas férias, deixei algumas pessoas avisadas sobre o assunto, e fui descansar.
Até descobrir, uma semana depois do retorno das minhas férias, que não houve visita de técnico algum, que a cobrança veio como nos outros meses, e que ninguém havia tomado alguma iniciativa sobre o problema. E toca ligar para a Telefônica, explicar toda a situação, puxar o número do chamado, aguentar muito gerundismo e vários minutos ouvindo música, para só então descobrir que havia um ‘impedimento técnico’ que impedia a mudança da velocidade de acesso, e portanto o chamado havia sido cancelado (assim, mas vocês não avisam isso? - Perguntei, sem obter resposta satisfatória…). Como a atendente também não parecia muito interessada em informar qual ‘impedimento técnico’ seria esse, resolvi exigir que ao menos o valor cobrado hoje fosse diminuido (já que estamos pagando 4x mais por 4x menos a velocidade de acesso).
E, novamente, a mudança foi negada. ‘Impedimento contratual’ dessa vez. Exigi falar com o setor de cobrança, e depois de confirmar novamente todos os meus dados, ouvi a mesma ladainha, com a garantia de que nada poderia ser feito, a não ser cancelar a assinatura. Como não tenho essa autonomia, passei o problema para a diretoria da empresa, e eles estão avaliando alternativas (a empresa fica em um bairro industrial afastado, há poucas alternativas – baratas – de acesso à internet).
Ou seja: o consumidor que se exploda, cobramos o que quisermos mesmo, e se não gostar, a porta da rua é serventia da casa.
Então, né… Final de ano, festas, correria, permalinks pra arrumar, várias pendências…. fui deixando de atualizar diariamente minha lista de buscas esquisitas e, quando fui ver… mais de 10.000 strings para garimpar! Por muito pouco esse post não saiu! Aliás, só Deus sabe se continuo com esse post, pois com o blog crescendo cada vez mais, não rola ficar caçando termos de busca malucos, se nem link ganho.
Aqueles a favor da continuidade do post, manifestem-se!
PS: Já sabem, né? Algumas palavras foram alteradas, para diminuir o fluxo de paraquedistas malucos aqui….

Durante 2007, os que me acompanharam nesse blog e via Twitter devem saber que sou um sysadmin que odeia os usuários, em especial os usuários burros.
Ok, eu também odeio os usuários não-burros que fuçam em tudo e depois ligam pedindo pra vir arrumar o que eles bagunçaram.
Tá, admito, odeio qualquer tipo de usuário…. mas não é exatamente sobre eles que vou falar hoje. Muita gente que encontro pessoalmente (ou via chat) sempre faz a mesma pergunta: Eu realmente sou assim, mal-humorado? E, eu sempre fui assim?
E é o que pretendo contar a vocês agora, nesse final de ano. Como me tornei um supervisor de TI que odeia seus usuários…