Férias (nem tão) frustradas
Desde segunda-feira passada ando curtindo boas e merecidas férias. Bom, não tão boas assim, mas… vá lá, descansar a cabeça, fazer as coisas com calma, faz bem. Algumas pessoas preferem aproveitar e fugir, viajar pra bem longe, se entupir de dÃvidas e passar um ano inteiro pagando-as. Já eu, prefiro exercitar a arte da contemplação. Um passeio sem pressa pela cidade, observando a paisagem, o ritmo, as pessoas, os lugares. Uma tarde toda no shopping, sentado em um belo e confortável espaço, lendo um livro que acabei de comprar. Me alimentar sem pressa, sem o pensamento tÃpico do assalariado (“OK, eu chego no restaurante em 5 minutos, posso almoçar em 20, volto para a empresa em outros 5, o que me deixa 30 minutos para cuidar de outras coisas…”). Poder ler um livro, ou navegar na internet até tarde da noite, sem aquele “preciso acordar cedo amanhã…” buzinando no ouvido. Ir dormir bem tarde e acordar bem cedo. Não sei como algumas pessoas trocam tudo isso pelo barulho e encheção de saco das praias.
(muito embora eu esteja realmente pensando em pegar uma corzinha….)
